Entre amigos às vezes eu repetia uma frase jocosa, que refletia bem meu
pensamento com relação à tal da fidelidade conjugal: tenho a doce ilusão de
nunca ter sido traído!
Assim pensava, até alguns dias atrás quando fui surpreendido pelo fato
que passo a relatar.
Já há algum tempo, tenho compartilhado a tesuda da minha esposa com
estranhos. É a minha tara: vê-la sendo possuída por outro macho, ou mais de um,
de preferência com o pau maior do que o meu, para o prazer dela ser completo.
Isso não é traição, pois, mais que meu consentimento, há minha
iniciativa de provocar situações em que ela possa ser enrabada na minha
presença.
Ocorre que, há uma semana atrás, ao chegar em casa mais cedo, encontrei
minha mulher conversando com o vizinho. Estavam sentados na sala, com a TV
ligada. Maria aparentava ter saído do banho, pois estava com os cabelos
molhados.
O sujeito se chama Ricardo. Parece brincadeira, mas é a realidade.
Ricardão!
Tem mais ou menos quarenta anos, é moreno claro e tem seus 1,80m. Como
joga futebol duas vezes por semana e se cuida muito, tem um físico invejável
para a idade. Cabelos levemente grisalhos e é bem apessoado. Sua mulher é uma
loira bonita e simpática.
Contudo, Sheila, esse é seu nome, confidenciou à minha esposa que ela
vivia infeliz, devido à insistência dele para que ela ganhasse peso.
Explico-me: apesar de ter um belo rosto, Sheila é magra. Seu marido tem uma
queda por mulheres com corpo mais cheinho, digamos assim. Ela tem o pavio meio
curto e disse a Maria que achava que ele tinha uma amante estilo violão, tal a
insistência dele no assunto. Confessou, ainda, que se descobrisse alguma
traição, daria o troco na hora, pois não era nenhuma Amélia.
Certa vez, por ocasião de um churrasco do condomínio em que bebíamos
juntos, ele comparou essas modelos de passarela com as cestas básicas de
supermercado. Por que? Simples, assim como a cesta básica, as manequins têm
tudo, menos carne! Rimos à beca, mas ele tinha certa razão. Realmente, não se
vê em capas de revistas masculinas mulheres magérrimas como as top model.
Gosto não se discute e nada contra as magrinhas. Mas, o gosto do
brasileiro, de modo geral, é esse mesmo.
Na ocasião, depois de algumas cervejas, ele teve a cara de pau de me
dizer que gostaria que sua mulher tivesse o mesmo corpo de Maria. Quadris
largos, seios exuberantes, pernas grossas e uma senhora bunda.
Apesar do acontecido, nem tinha passado pela minha cabeça, oferecer
minha putinha para ele, pois evitávamos divulgar nossas preferências nas
redondezas. Nisso somos hipócritas como a grande maioria da sociedade, tentando
manter a reputação, apesar das surubas, menáges e tantas outras sacanagens!
Quando os encontrei no apartamento, Ele ficou meio sem jeito e se
desculpou dizendo que estava ali a pedido dela a fim de verificar um suposto
vazamento de gás. Após a saída dele, ela acabou confessando, que era a terceira
vez que trepava com o vizinho.
Garantiu que pretendia me contar futuramente para que eu também pudesse
participar. No momento em que ela me contou, fiquei chateado, pois nosso acordo
é de que eu sempre a acompanharia nas trepadas, por que é minha tara. Mas, aos
poucos, fui aceitando a idéia e resolvi ouvi-la.
Ela me disse que o homem a cobiçava há muito tempo. Apenas aconteceu o
inevitável, considerando a preferência dele por mulheres com corpão e o estilo
dela, sempre em roupas sensuais. Naturalmente, ela acabou por chamar a atenção
do sortudo. E bota sorte nisso, morando ao lado de uma potranca ninfo cujo
marido trabalha todo o dia.
Ela, mesmo achando-o muito atraente, só não deu para ele antes por
respeito ao nosso acordo de que ela não fodesse com pessoas próximas. Mas viu
na situação, uma forma de se divertir além de me dar prazer.
Contou-me também que há bastante tempo o safado não perdia a chance de
olhá-la de cima a baixo e lhe elogiar a boa forma, as roupas, os cabelos, o
perfume e tudo o mais que ele tivesse como desculpa para cortejá-la.
A primeira vez que ele a pegou, disse-me ela, foi em um final de semana
em que estávamos com visitas em casa e que desejavam conhecer alguns pontos
turísticos da cidade. Como ela não estava a fim de nos acompanhar, ficou em
casa.
Encontramo-nos com ele na garagem do edifício e um de nossos hóspedes
comentou que ficaríamos toda a tarde passeando. O malandro não perdeu tempo e
eu já estava no carro, quando o vi subindo com ela os degraus que davam acesso
ao elevador.
O detalhe é que, nessa ocasião, Maria trajava uma minissaia jeans que
lhe deixa irrestível, mostrando suas belas coxas. Para ele que subiu a escada
atrás dela, pôde ver mais que suas pernas, pois como a saia era muito curtinha,
a cada passo suas deliciosas ancas ficavam à mostra. Imagino que, vendo aquele
rabo maravilho à sua frente e sabendo que eu estaria fora várias horas, ele se
descontrolou e decidiu que iria para o tudo ou nada.
Usou como desculpa para a conversa o descontentamento dele com o físico
da esposa.
Já tinha se passado mais ou
menos uns dez dias da nossa última putaria com estranhos e ela estava subindo
pelas paredes de tesão. Para deixá-lo à vontade, serviu-lhe cerveja.
Ricardo sentou-se perto dela e, depois de tomar umas quatro ou cinco
latinhas e de reclamar de não sentir mais tesão pela mulher, atacou de vez
minha rabuda. Começou a comparar o corpo de Sheila com o dela. Passou a mão nas
coxas de Maria e dizendo que gostaria de que a esposa tivesse pernas parecidas.
Para apimentar o jogo, ela fez-se de difícil e não demonstrou interesse,
mas deixou que ele continuasse a acariciá-la. Percebendo o sinal verde, o garanhão,
cheirava seu pescoço e lhe repetia: - você é que é uma mulher de verdade! O
Marcão é um homem de sorte!
Maria toda arrepiada, continha-se a todo custo e lhe disse: - olha,
Ricardo, você é um cara tão legal e bonito e a sua mulher é linda, vocês têm que
superar isso!
Enquanto ouvia isso, o excitado vizinho estava com uma mão pousada sobre
a coxa esquerda dela e a outra já a havia abraçado. Ele já beijava
delicadamente seu pescoço e sussurava em seu ouvido: Maria, você é maravilhosa!
Você é tudo que um homem pode querer!
Ela, então, ameaçou se levantar e ele a puxou com força pelos quadris,
fazendo que ela se sentasse nas pernas dele.
Maria lhe disse: - pare com isso, Ricardo! Sou casada e além disso gosto
da Sheila! Não sou dessas com quem você dá suas escapadas!
O homem porém, estava surdo para as palavras dela e já havia levantado
sua camiseta e procurava os bicos dos seus seios com a mão. Abraçou-a com mais
força e lhe deu um demorado beijo de língua.
Maria já sentia, crescendo sob suas ancas, um mastro que avançava para
cima.
O sacana a beijava sem parar e ela fingia evitar, dizendo: - não, não,
eu não posso trair meu marido e sua mulher! Solte-me agora, seu tarado!
Ricardão totalmente inebriado de tesão, passou a chupar seus seios
ofegantemente e já se despia.
Já nu, arrancou a saia dela e a calcinha fio-dental que minha vadiazinha
usava e, abrindo suas pernas, começou a lamber suas coxas e foi chegando à sua
xotinha.
Maria ainda esquentava o jogo ao dizer: Ricardo, não vou dar para você!
Meu marido é seu amigo! Saia de cima de mim!
Com as duas mãos alisando seus seios, chupava a buceta de Maria com
imensa fome, fazendo com que minha esposa se deliciasse. Ela se contorcia de
prazer e gemia alto, enquanto a língua do comedor a levava à loucura!
Mais excitada do que nunca, pois estava prestes a dar para o vizinho, em
sua própria casa e sem que o próprio marido soubesse, ela gozou de imediato
enquanto gritava: ahhhhhhhhhh, seu
safado, me chupa gostoso, assim.....
Ahhhhhh!
Depois de gozar, a putinha o levou para o nosso quarto, pegando não sua
mão, mas puxando-o pela caralho, o que deixou o macho delirando de prazer.
Sentou-se na nossa cama e ele ficou de pé, quando minha especialista em
boquete, caiu de boca eu seu pau e sugou com a habilidade de sempre. Colocava
tudo na boca, até engasgar, revirando os olhinhos de tesão. Com as delicadas
mãozinhas, alisava as bolas cabeludas e as coxas do afortunado vizinho.
Enquanto ela sugava seu pau, Ricardo a encarava e dizia: - você é muito
gostosa, Maria! Chupa meu pau, assim! Ele é todinho seu, gostosa!
Depois de se fartar com o sabor daquela rola grossa, ela colocou a
camisinha na enorme pica que, dura e grossa, era apontada na sua direção.
Deitaram-se, e então, a bucetinha encharcada de tanto tesão, engoliu imediatamente
o cacete do macho.
Este a beijava de língua e ela lhe retribuía com ardor, como dois
apaixonados. Maria era possuída pela primeira vez sem que eu soubesse e isso
atingia os limites de suas mais loucas fantasias, pois sempre, mesmo quando
tinha dois ou mais comedores a fodendo, sempre eu estava junto.
Por outro lado, Ricardo se satisfazia duplamente. Primeiro, porque comia
a mulher do vizinho, fantasia de 99% dos homens. Segundo, porque pegava uma
boazuda, bem ao seu gosto: bunduda, coxuda e peituda!
Meteram por mais de uma hora e Maria gozou várias vezes. Experimentaram
diversas posições e, a cada troca, Maria ficava ainda mais descontrolada de
prazer. Colocou-a, então, de quatro,e passou a cavalgá-la com vontade. Como um
garanhão, mordia e chupava a nuca e pescoço da égua que gemia à sua frente.
Como uma das mãos segurava seus cabelos, dominando-a e com a outra apertava um
de seus deliciosos seios. Não resistiu por muito tempo àquela maravilhosa
visão: um rabo que parecia uma pintura rebolando em sua pica e também chegou ao
orgasmo.
Banharam-se em seguida e, não demorou meia hora e já a comia novamente,
como que para satisfazer todo o desejo contido nos anos de vizinhança em que só
pode observar seu delicioso rabo quase todos os dias. Rabo este que ele comeu,
é claro! Pois não poderia fodê-la sem sentir o cuzinho dela apertando seu pau.
Depois desta foda ele ainda a comeu duas vezes, mas ela pediu cuidado
para evitar problemas familiares de ambos. Apesar de saber que eu acabaria
aceitando e incentivando a sacanagem.
Na segunda trepada, eu também estava no trabalho e Sheila havia sido
internada para colocar silicone nos seios. Aproveitando-se da ocasião, ele a
convidou para lhe mostrar umas fotos de família, mas a única coisa que lhe
mostrou foi sua piroca dura pronta para lhe foder a bucetinha e o cuzinho!
Segundo ela, foi mais gostoso ainda que da primeira vez, porque foi na
cama dele! Olha que safada!
Ela disse que se sentiu suja por dar para o marido da amiga na cama
dela, mas que, por isso mesmo, seu prazer, turbinado pela fantasia proibida, a
fez gozar feito uma cadela no cio!
Reclamei porque não fui avisado. Gostaria de observar o Ricardão (afinal
tenho um, literalmente!) fodendo minha mulherzinha devassa na cama dele.
A terceira trepada aconteceu naquele dia em que antecipei minha volta
para casa. Eles tinham acabado de se banhar e ela comentou comigo que a foda
foi deliciosa como das outras vezes.
Ele passou a chamá-la de vizinha vadia e ela adorava ouvir isso. Quase
gozava só de escutar isso. Ricardo a satisfaz por outro motivo, também. Além da
pica competente, ele sabe retardar seu orgasmo, deixando que ela chegue ao
clímax por diversas vezes, antes de ejacular dentro dela. Na boca, na xota ou
no rabo, agora já sem camisinha, para sentirem mais prazer.
Depois de aberto o jogo, já tínhamos até planejado outra visita dele ao
nosso ninho, em que poderia vê-la com a pica dele enterrada na buceta, mas aí
aconteceu um imprevisto.
Sheila e Maria acertaram de ir ao shopping com outras amigas, mas, na hora
prevista, Sheila desistiu alegando motivos de força maior. Como era um sábado à
tarde, fiquei sozinho no apartamento.
Assim que Maria saiu, Sheila me ligou dizendo ter algo muito importante
para dizer. Quando ela chegou, estava com os olhos vermelhos de tanto chorar e
foi me abraçando.
Ela vestia um vestido branco e apertado, cujo decote generoso exibia e
valorizava os novos seios de silicone, aliás deliciosos. A roupa justa deu a
impressão de que ela não era tão magra e até me pareceu apetitosa. Estava meio
bêbada, pude perceber pelo hálito. Mas o aroma predominante era de um sedutor
perfume que ela usava.
Os seios de silicone merecem um destaque especial. Caíram-lhe muito bem.
Ela colocou de tamanho médio, mas como é magrinha, destacou muito. Ficou parecendo
aquelas atrizes peitudas do pornô.
Ficaram proporcionais ao seu corpo, mas lhe deram um ar de fêmea fatal,
principalmente com aquele enorme decote convidando a chupar aquelas tetas.
Sem conseguir prestar atenção no
que dizia, pois foi a primeira vez que a vi depois do implante da peitaria,
pedi que ela se abrisse comigo e não pensei que ela o faria literalmente.
Em prantos, ela me disse que descobriu que minha mulher e Ricardo
estavam tendo um caso e que ela não podia viver sem ele, mas não queria que a
coisa ficasse daquele jeito.
Dizia que se sentia deprimida porque seu marido não a desejava mais e
quase não transaram no último mês. Além disso, o fato de ele querer que ela
engordasse significava seu secreto desejo por minha esposa.
Dei-lhe um abraço carinhoso e lhe disse que ela era linda e atraente e
que Ricardo devia estar apenas confuso.
Ainda falava quando a chorosa vizinha me tascou um beijo na boca e
deitou-se em cima de mim.
Ficamos os dois no sofá, ela por cima e eu atônito com a situação. Afinal
era a última coisa que esperava dela.
Ela me olhou bem nos olhos e me perguntou: - marco, você me acha
atraente mesmo?
- Mas é claro, Sheila! Você é linda e ainda com esses dois melões,
desculpe-me, seios, você está divina!
Ela continuou sobre mim e minha cabeça de baixo pensou mais rápido que a
de cima e deu sinal de vida.
Como ela é toda delicada, percebeu o volume sob meu calção e me disse: -
você não está dizendo isso só para me agradar, não é?
Respondi com um aceno de cabeça e completei: - você está uma deusa, pode
ter certeza. Além disso, posso imaginar como esses seios são sedutores. Aí
pensei: não devia ter dito isso!
Tiro e queda. Ela, dando-me outro beijo, disse: - não precisa mais
imaginar, porque vou mostrar para você!
Antes que eu falasse qualquer coisa, ela abaixou o decote e colocou as
duas lindas tetas quase na minha boca, já que estávamos deitados. Nisso meu pau
já a 90 graus e se posicionou bem no meio de suas pernas.
Meio sem pensar, porque não queria aproveitar do momento de fragilidade
dela, passei a mão delicadamente em seus peitos, enquanto a outra descansava
sobre sua bundinha. Quando lhe fiz a carícia, ela sorriu e retribuiu com outro
beijo, desta vez de língua, e forçando o joelho em cima do meu caralho.
Depois disso, ela ajeitou-se um pouco e chegou os bicos dos seios à
altura da minha boca e ficou se esfregando nos meus lábios.
Eu já me deliciava com aqueles delicios peitos quando ela me falou: -
marco, se ele pode se divertir, eu também posso! Mal acabou de falar, me deu
outro beijo de língua e esfregava suas coxas na minha pica, disfarçadamente.
Sentei-me e levantei seu vestido, aí vi que ela não usava calcinha.
Outra boa surpresa! Isso significava que ela estava a fim de dar mesmo!
Separei suas coxas e lambi sua racha delicadamente, enquanto ela gemia.
Sheila segurou meus cabelos e sussurrava bem dengosa: chupa seu puto corno,
chupa sua putinha peituda!
Isso me animou ainda mais e quando ela ficou molhadinha, tirei o pau
para fora do short e cheguei perto da sua boca. Ela não esperou segunda ordem e
mamou como uma vagabunda.
Enquanto sugava minha pica, eu acariciava os bicos daquelas maravilhosas
mamas.
Na posição em que estava, ficou fácil empurrar o cacete na boquinha
dela. Goela abaixo e deixando só as bolas de fora, Sheila aceitava meu pau
todinho e o massageava com a língua! Mesmo meio sufocada, ela não reclamou e
continuou chupando obedientemente.
Foi uma cena inesquecível, aqueles cabelos loiros e longos emoldurando
aquele rostinho bonito e aqueles olhos verdes me olhando e pedindo mais!
Deduzi então que o objetivo dela era mesmo me agradar e até superar
minha mulher na arte de trepar. Ou seja, tudo que eu pedisse ela faria. Oba!
Pensei, é hoje que me acabo!
Depois de foder a boquinha dela até não querer mais, chamei-a para ir ao
quarto. Minha devassa vizinha levantou-se, coloquei-a à minha frente e fomos
andando juntos. Ela à frente e eu atrás, esfregando meu pau na bundinha dela,
enquanto alisava aqueles peitões deliciosos da minha vaquinha safada.
Já no quarto, peguei um preservativo e ela não deixou que eu usasse.
Disse-me que me queria por completo e queria que eu gozasse dentro dela, para
poder sentir o leite quente de outro homem, pois até aquele momento, só
conhecia a porra de seu marido!
Penetrei-a com facilidade, porque a excitada vizinha estava molhadíssima
de tesão. Sua xoxota depilada engoliu minha piroca por completo e me deliciei
ao comê-la por quase hora e meia, pois estávamos dispostos a alongar ao máximo
aqueles momentos de vadiagem.
Quando percebi que havia chegado ao orgasmo, passei-lhe a língua no
rabinho e depois enfiei um dedo, anunciando que desejava entrar também pela
porta dos fundos! Ela não se fez de difícil e me disse: - Marcão, meu macho
gostoso, você quer minha bundinha? pode comer que ela é toda sua!
Não esperei segunda ordem e, mal passei o lubrificante no cu da putinha,
enterrei devagar meu cacete naquele anelzinho de couro enrugado!
A vingativa piranha rebolava feito louca e pedia que eu colocasse tudo.
Eu a cavalgava puxando seus ombros para trás para garantir que não ficasse um
milímetro do meu pau fora daquele cu fofinho e guloso! De vez em quando, ela se
virava e procurava minha boca para beijar, enquanto gemia sem parar.
Em certo momento, Sheila gritou: - Mete, Marcão, mete gostoso! Se meu
marido pode comer sua mulher, por que eu não posso dar para você, seu corno?
Nesse momento não agüentei mais e lhe disse que gozaria. A fogosa
Sheila, então, trancou o rabinho com vontade em torno do pau que a penetrava e
multiplicou meu prazer. Acelerei as estocadas e ejaculei naquela bundinha
faminta. Ela rebolava sensualmente e se regozijava ao ver a cena refletida pelo
espelho na cabeceira da cama.
Ficamos deitados ainda um tempo, com meu pau todinho dentro do seu rabo.
Consumada a vingança e ambos satisfeitos com a foda, sugeri a ela que
flagrássemos os dois em pleno ato e que na seqüência, trepássemos na frente
deles para lhes mostrar que não éramos tão tolos quanto pensavam.. Ela gostou
da idéia e acertamos os detalhes.
Contei tudo para Maria e pedi que ela convidasse o comedor para
visitá-la no dia combinado com a vizinha. É claro que acordei com minha mulher
que o plano era que eu queria vê-la fodendo com Ricardo e, de quebra, comeria a
mulher dele. Apesar de Sheila pensar que seria apenas para chocá-los.
Chegado o dia, Maria se produziu e aguardava o macho chegar, enquanto eu
fiquei em um quarto ao lado e deixei a porta de serviço aberto para que Sheila
entrasse.
Assim que Ricardo chegou e foram para o quarto já se despindo e se
amassando pelo caminho, Sheila entrou e juntos ficamos no outro quarto, também
nus e nas preliminares.
Enquanto minha vadia esposa chupava o pau do garanhão, deitei Sheila na
cama, abri suas pernas e beijei e acariciei seu grelinho. Ela começou a gemer
alto e gritar, chamando-me de seu macho!
Ricardo foi surpreendido com o barulho, interrompeu e foi até o quarto.
Maria foi atrás e, ao abrir a porta, e ver sua mulher naquelas condições, ficou
branco de susto!
Sem saber o que fazer, o homem ficou paralisado com a surpresa. Imaginei
o que lhe passou pela cabeça, afinal, ele se achava o tal. Fodia a mulher do
amigo (não tão amigo! Hehehe!) quanto queria, enganando a esposa e agora, via a
sua cara metade na cama com o traído aos gritos de prazer.
Para tentar não deixar a coisa desandar, Maria abraçou-lhe, agarrou-lhe
o pau com força e beijava-lhe ofegantemente, dizendo: - por quê o susto? Vamos
aproveitar e trepar todos juntos! Olha que ótimo, você fode comigo e sua mulher
com meu marido, que mal tem?
A vizinha gostosa nem olhava para o marido! Mas quando percebeu que ele
estava atônito com a cena, falou bem alto: - Marcão querido, deixa eu te chupar
agora, meu macho gostoso!
Também ignorando os dois, levantei-me e coloquei a pica na boca dela,
enquanto alisava seus cabelos e puxava sua cabeça em direção à minha virilha,
para ter certeza de que meu pau chegaria à garganta dela!
Maria puxou Ricardo pelas mãos em direção à cama, deitou-o e beijando-o
de língua, tocava-lhe uma punheta! Já refeito do susto, o corno da vez
recuperou a ereção e, não perdendo tempo, minha esposinha safada sentou em seu
pau!
Foi uma trepada inesquecível. Enquanto a safada vizinha me dava a xoxota
e eu comia sem dó, podia observar Maria rebolando no pau do vizinho.
Já afim de toda a sacanagem possível, falei para ambas: vadiazinhas,
quero ver vocês se beijando!
Aí foi o auge. Foi uma cena parecida com essas de filme erótico: as duas
de quatro tocando os lábios e nós metendo-lhes as varas com vontade.
Maria sugeriu que fôssemos trocando de parceiro para apimentar ainda
mais a putaria, mas Sheila ainda estava ressentida com o marido. Não quis nem
saber de chegar perto dele.
Queria apenas a mim. E gritava sem parar, chamando-me de seu macho, tudo
para atingir Ricardo.
O interessate é que o marido dela broxou com o gelo que recebeu. Minha
mulher ainda tentou reanimá-lo, sem êxito.
Cheia de tesão ela juntou-se à amiga e me deram uma surra de buceta. As
duas ficaram de quatro para mim. Empurrei sem dó a pica naquelas duas xotas
deliciosas alternadamente.
Maria, excitadíssima com a cena, gozou primeiro. Deitou-se, desfalecida
de prazer, mas ainda alisava os seios da vizinha.
Reservei meu leitinho para Sheila. Esporrei com prazer naquela xoxota
macia e cheirosa, enquanto seu marido saía do quarto, cabisbaixo. Ela nem percebeu
a ausência do marido e se mexia freneticamente ordenhando meu pau sem parar.
Seu orgasmo foi ainda mais forte que das outras trepadas. Gritava,
chorava e me chamava de seu homem.
Acredito que não foi só um teatro para machucar o maridão. Ela se entregou
mesmo.
Após a foda, ficamos os três deitados na cama, juntinhos. Ele saiu pela
porta dos fundos, de fininho.
Para ele acho que a experiência foi traumática, pois, depois desse dia,
sempre me evitava. Sheila também mal nos cumprimentava e, ainda assim, toda
ruborizada.
Não foi o final que eu queria para nossa aventura a quatro, imaginei que
seria uma suruba por semana em nosso
apartamento ou no deles. Mas, enfim, assim é o ser humano.
Passaram-se pouco mais de três meses e se mudaram do condomínio.
Mais uma lição de corno que aprendi na prática:
se você é corno, avise à patroa quando for voltar do trabalho mais cedo que de
costume!
eu gostei muito amigo nota 1000. tambem tenho esta fanatasia sexual de ser um bom corno manso mas no momento estou sozinho e procurando esta mulher . gostosa da bunda grande que more em sp que tenha até 38 anos que more em sp ou no abc tem que ser bem safada e devassa para me realizar como corno manso . eu tenho 35 anos 1.74 de altura moreno tenho 18cm de pau sou hetero ativo. mas quero mesmo é ser corno manso ok me ajudem podem repassar meu email para alguma mulhre que talvez vcs conhceçam que procura o mesmo que eu.. quero namoro serio sou responsavel e trabalhador gosto de malhar e nao tenho vicios , meu email é misterm2009@hotmail.com. fone da tim.1160709696 marcio.. aguardo contato desta mulher que vai me fazer de corno manso.. abraços
ResponderExcluirWooowww..., this blog very cool ..., i like it very much..
ResponderExcluirif u have time visit n follow my blog
herry-tan.blogspot.com.. thanks
Procurei outra forma de contato, como não achei.. vai aqui mesmo... rss
ResponderExcluirEntro sempre, lendo os contos.. adoro!!
Mas o 'design' do blog podia ser um pouquinho melhor.. a coluna do post mais larga, coisas assim.. só pra facilitar.. rsss
Por favor, não me leve a mal, e tbm não quero parecer pretensiosa.. eu não manjo mto, mas posso te dar umas dicas, se vc quiser..
cleris.pmc@gmail.com