Dizem que alguns tipos masculinos atiçam a imaginação e fantasia
femininas.
Coisas do tipo, militar fardado, homens rudes, trabalhadores robustos,
etc. No caso da minha adorada esposa, já experimentamos quase de tudo, mas um
dia desses na estrada, observamos um posto de combustível apinhado de
caminhoneiros e nos olhamos lascivamente. Maria olhou nos meus olhos e falou: -
você topa me ver dando para um bando de caminhoneiros? Já imaginando como seria
vê-la sendo currada por aquele monte de homens brutos e viris, aceitei na hora!
Gostamos muito de viajar para o interior do estado, tanto para visitar
familiares como para curtir fins de semana em chácaras e ranchos de amigos e em
hotéis fazenda.. Nessas ocasiões, quando não estamos acompanhados dos filhos,
nossas mentes raciocinam de imediato com possíveis putarias. Isso é automático.
Afinal, estaremos cruzando com pessoas que não fazem parte do nosso
cotidiano e podemos liberar nossas mais loucas fantasias à vontade, como já o
fizemos várias vezes, diga-se de passagem.
Neste conto, confesso a realização de mais uma de nossas vadiagens.
Nossa principal intenção na viagem era mesmo provocar uma ocasião para
enche-la de porra de algum macho pirocudo e, por tabela, satisfazer meu desejo
de vê-la espetada num pau estranho.
Para garantir o interesse dos possíveis comedores, ela vestiu uma
camiseta branca, sem sutiã, que facilitava muito ver seus lindos seios e uma
minissaia de lycra preta, curta e apertada. A calcinha branca contrastava
sensualmente com a saia.
Após encontrar um posto com muitos caminhões parados um estacionamento
bem amplo, minha diva devassa começou a passear entre os caminhões, enquanto eu
a acompanhava à distância para observar a reação da macharada aos seus
encantos. Onde ela passava, os homens paravam o que faziam e ficavam a babar,
enquanto a esquadrinhavam de cima a baixo. Alguns nãos resistiam e assobiavam e
outros mais abusadinhos diziam: - ô lá em casa!
Maria escolheu um grupo de caminhoneiros mais jovens que se encontravam
mais afastados dos demais. Estavam atrás de três caminhões estacionados em uma
das extremidades da área do posto, longe da rodovia.
Dois deles aparentavam seus trinta e poucos anos e o terceiro tinha seus
cinqüenta anos. Todos fortes e de beleza máscula, como ela definiu.
Ela foi andando na frente e eu uns cinco metros atrás.
Os três machos estavam distraídos jogando cartas e bebendo, mas não
deixaram de perceber quando ela chegou requebrando e perguntou se podia se
sentar próximo deles. É claro que autorizaram, isso sem tirar os olhos das
coxas dela e da calcinha que apareceu quando um deles ofereceu um apertado
espaço no pequeno banco de madeira em que estava.
Como o espaço era reduzido, ela ficou com a coxa esquerda em contato com
a perna peluda do homem, que estava só de calção.
Cumprimentei-os também, mas nem me responderam, pois não tiravam os
olhos do monumento de mulher que estava entre eles. Fiquei ali de pé,
observando o que aconteceria.
Um deles perguntou seu nome e se ela aceitava tomar uma dose de cachaça.
Ela respondeu negativamente.
O excitado caminhoneiro comentou que os três eram muito amigos e
viajavam sempre juntos e sempre compartilhavam tudo. Havia ainda o irmão de um
deles que não estava ali no momento.
Maria lhe disse que era importante compartilhar tudo mesmo e acrescentou
que estávamos ali procurando homens decididos para lhe fazer mulher, pois ela
gostava de homens fortes que sabem como tratar uma fémea. Disse também que eu,
seu marido, gostaria de compartilhá-la com todos eles.
Os três se entreolharam e o que estava sentado ao lado dela, passou
rapidamente o braço em volta de sua cintura e disse era ela um delícia e ele se
candidatava. Enquanto elogiava seus cabelos, cheirava seu pescoço e arriscou-se
a lhe dar um beijo na nuca.
Os outros dois também se aproximaram e um deles colocou o banquinho ao
lado e enfiou a mão em suas coxas e as alisava. O que estava em pé bebeu mais
uma dose, ajoelhou-se atrás dela e enfiou suas mãos por dentro da camiseta dela
procurando seus seios.
Ela deu um gritinho de susto e sorriu dizendo: - nossa! Como seu amigo é
apressado, hein?
Os homens sorriram e o mais velho e que estava ao seu lado, pegou seus
cabelos e puxou-a em sua direção, dando-lhe um beijo na boca, com direito ao
sabor da cachaça!
Minha putinha, excitadíssima, retribuiu-lhe o beijo. Nisso, o mais novo
que estava ao seu lado, pegou a mão dela e colocou sobre sua pica que já
tentava escapar do folgado calção!
O mais velho, sem querer perder tempo, levantou-se e tirando o pau,
suado e peludo, para fora da calça, esfregou na cara de minha adorada rabuda
que, sem ter outra opção, abocanhou-o todinho e passou a chupá-lo com desejo!
Vendo que a coisa estava esquentando, o macho que tinha os peitos dela
na mão abaixou as calças e tentava se esfregar na bunda dela.
Acabaram se estranhando quando o mais forte deles falou: - não dá para
os três comerem ao mesmo tempo, deixa eu começar e já já devolvo para vocês.
Os outros dois não concordaram e resolveram ir os três para a barraca
armada atrás dos caminhões. Barraca mesmo, não no sentido figurado!
Maria também protestou: - quero os três ao mesmo tempo!
Eles se entreolharam e sorriram maliciosamente, antevendo o quanto se
aproveitariam dela.
Apesar de a distância ser de pouco mais de dez metros, levaram quase cinco
minutos até chegar à barraca, pois os três queriam disputar quem lhe beijava a
boca, chupava seu seios e encoxava seu rabo! Cada um procurava um espaço e
enfiava a mão, a língua ou tentava encaixar seu pau!
Maria revirava os olhos de prazer, sendo cobiçada, encoxada, esfregada,
apalpada, chupada e bolinada por aqueles animais que não viam mulher há dias.
A barraca tinha capacidade para três pessoas, permitindo uma boa suruba
ali. Ao se abaixar para entrar, um deles levantou sua saia e lhe beijou a bunda
e o que entrou na frente já a recebia com o pau duro e empurrava na sua boca.
Depois de entrar o último, este me disse que eu assistiria de fora!
Olhando pela fresta da janelinha.
Maria mal teve tempo de colocar a camisinha no pau de um deles e já foi
rapidamente penetrada pelo mais velho dos três, que deitado, fez com que ela se
sentasse em sua pica e, vigorosamente, agarrou seus quadris forçando que ela
rebolasse continuamente.
Os dois mais jovens revezavam seus caralhos na boquinha gulosa de minha
mulherzinha piranha. Um era negro e o outro, branco. Este último era o mais
forte e, também, o mais abusado dos três. Seus braços eram tão grossos quanto
minhas pernas e minha rabuda já estava dando preferência a ele nas chupadas.
O outro homem que compartilhava a boquinha de Maria já se incomodava,
pois ela não queria parar de chupar o grosso caralho do parrudo. Irritado,
puxou-lhe os cabelos e, sem pena dela, socou-lhe o cacete garganta abaixo,
provocando que ela engasgasse e ainda lhe disse: - não se esqueça do meu pau,
viu, ô putinha!
A frenética trepada continuava dentro da aconchegante barraca. Entre
gemidos e gritos de prazer, Maria era currada como ela mais gosta, com várias
picas a fodendo sem parar.
Enquanto isso, eu acompanhava tudo do lado de fora, olhando pela
janelinha e já com o pau na mão, me
masturbando, excitadíssimo com a cena que se desenrolava ali. Totalmente
absorto com minha punheta, fui surpreendido por uma mão pesada que bateu em meus
ombros. Refeito do susto, olhei para trás e me deparei com um negro de seus
1,90, estilo armário. Tinha uma barriguinha proeminente, é verdade, mas o
tamanho do homem dava medo só de olhar.
O enorme caminhoneiro perguntou por que eu me punheteava ali na frente
da barraca dele e deduzi que era o quarto homem do grupo. Expliquei-lhe a
situação e ele, após conferir pela fresta da barraca, disse-me: tá tudo certo,
corno! Pode ficar aí na boa, mas assim que eles terminarem, eu também vou comer
sua vadia, entendeu?
Dito isso, sentou-se no banquinho ao lado do caminhão e abriu uma
latinha de cerveja.
Ao voltar à minha sessão de voyeurismo, vi que perdi a gozada do negro
na boquinha de Maria, pois ele estava retirando o pau e o esperma que ela não
conseguiu engolir já escorria pelos cantos da boca e pingava em seus seios,
ombros e braços. Depois de limpar seu caralho na camiseta dela que estava ali
no assoalho, o sacana colocou seu calção, saiu sorrindo e cumprimentou seu
irmão.
Maria, então, ficou livre para dedicar-se inteiramente ao pau que lhe
fodia a boca. O fodedor já segurava sua cabeça com as duas mãos e a empurrava
decididamente contra sua virilha, forçando minha bunduda a engolir todo seu pau
e fazendo com que metade do seu rosto desaparecesse naquela floresta peluda.
Depois de pouco mais de uma hora que começaram a comê-la, o mais velho
levantou-se e falou: - gostosa, fica de quatro que agora vou gozar no seu cu.
Obediente com seu macho e sem tirar o outro pau da boca, ela se ajeitou como
pode e recebeu a piroca latejante no rabo.
O comedor não se preocupou muito com o bem estar dela, pois mal deu uma
cuspidela na na enorme e roxa cabeça do caralho, enfiou-lhe nas entranhas de
uma só vez, arrancando um grito de dor da minha devassa. Passado o trauma da penetração
violenta, ela passou a rebolar lentamente para facilitar a entrada do resto da
grossa pica que lhe separava as pregas. Como acontece nessas ocasiões, ela
acabou gozando só de ser penetrada. Já o homem gostava de um cu, pois apesar de
Maria trancar suas pregas com vigor para lhe massagear a piroca, ele se conteve
para saborear seu rabo com toda a calma.
Acabou por enterrar toda a jeba negra e pulsante no guloso rabo que se
remexia sob seu peso. Maria apenas gemia de tesão, porque sua boca era totalmente
preenchida pelo cacete do outro comedor. Já o fodedor grisalho metia sem dó nem
piedade e eu ouvia, lá de fora, quando as enormes bolas batiam ritmadamente na
bunda da minha deliciosa patroa.
O branco enorme tirou o pau da sua boca e lhe ofereceu as bolas peludas
para que fossem chupadas. Ela descia com a língua até perto do cu do cidadão e
subia novamente até a cabeça do pau.
Maria permanecia de quatro feito uma cadela e o macho que lhe comia o
rabo estava sobre ela, com todo seu peso em cima da fêmea e uma das mãos lhe
apertava os seios e a outra a abraçava vigorosamente, garantindo que ela
ficasse totalmente grudada a ele. Chupava e beijava a nuca dela sem parar e
urrava em seu ouvido: - mexe gostoso, puta safada! Mexe essa bunda gostosa e
engole meu pau, sua piranha!
Depois de quase meia hora de intenso sexo anal, o homem passou a gemer,
denunciando que chegava ao orgasmo. Soltou os seios dela e a abraçou com ambos
os braços, arroxando ainda mais o abraço de urso com que subjugava a mulher,
dando a impressão que queria atravessá-la com a pica!
Já cansada de sustentar o peso do macho nas costas, durante tanto tempo,
ela deitou-se para descansar, mas ele demorou a tirar a pica de dentro do seu
esfolado cuzinho.
Satisfeito com a enrabada animal a que submeteu Maria, o homem, a
exemplo do comedor que o precedeu, limpou seu pau na camiseta dela e jogou ali
do lado dela. Mal fez isso, o grandão branquelo, que mais parecia um gorila de
tão peludo que era, virou-a de frente e, abriu suas pernas. Ela mal teve tempo
de lhe colocar o preservativo e já sentiu a pica sendo enterrada em sua xoxota
sem muita cerimônia.
O sacana, o único dos três que estava bêbado, depois de atolar até o
último centímetro do caralho latejante todinho dentro dela, passou a beijá-la
com ardor. Enfiava sua sedenta língua, cheirando a cachaça, na boca da minha
esposa. Maria gemia alto a cada estocada do grosso cacete que lhe invadia a
buceta. Tal era o vigor da penetração, que ela esticou os braços e nem tinha
força mais para segurar o tecido que revestia o assoalho da barraca.
Entregou-se inteiramente ao macho que rosnava em cima e dentro dela
vigorosamente.
Não tardou a gozar outra vez, com gritinhos de prazer abafados pela
atrevida língua do peludo macho que a comia.
Do lado de fora, o negão estilo Mike Tyson já estava inquieto. Alisava o
enorme volume que carregava sob suas calças e olhava atentamente para a porta
da barraca, aguardando impacientemente a sua hora de entrar e participar da
festa.
Seu irmão mais novo, que já tinha enchido a boca de Maria de porra,
sentou-se ao seu lado e iniciou um relato das qualidades da minha mulher,
deixando o negão da vez mais excitado ainda.
Já do lado de dentro, a fudelança seguia intensa. Quando o urso branco e
peludo a colocou de quatro e socou-lhe violentamente a enorme e grossa piroca
na inchada buceta, não resisti e cheguei ao orgasmo.
Fiquei meio sem jeito, pois os dois negros estavam a poucos metros de
mim.
O fodedor da hora gostava de fazê-la sofrer, pude observar, porque além
da maneira sádica como ele a penetrava, o sacana apoiou-se em uma cadeira e fez
com que ela encostasse o rosto no chão, colocando o pé em sua cabeça. Maria
ficou com o traseiro para cima e as estocadas eram tão fortes que ela era
empurrada para frente e quase caía.
Mas nesse momento, tive certeza de algo de que já suspeitava faz algum
tempo sobre o comportamento dela. Minha esposa é meio masoquista. Em situações
de sexo, ela suporta e até se excita com situações de violência e humilhação a
que é submetida. Em diversas ocasiões, achava estranho a atitude dela de chamar
o macho que a fodia de broxa, frouxo ou veado. E quando o homem reagia com
tapas, chamando-a de palavrões ou outras atitudes ríspidas, ela visivelmente
sentia mais tesão.
A essa altura, o fodedor segurou suas mãos deixando-a totalmente
indefesa e metia, metia e metia.
Maria gemia cada vez mais alto e chegou ao orgasmo novamente,
confirmando o que disse acima sobre seu masoquismo.
O garanhão hirsuto, muito estimulado com a performance dela, também
atingiu o clímax e ejaculou abundantemente em sua bucetinha. Enquanto gozava,
ainda chupava e mordia o pescoço dela, deixando marcas que mais pareciam
hematomas.
Depois que encheu a xoxota de minha piranhazinha de sêmen, o abusado
deitou-a de lado e ficou em cima dela, com o caralho todo enterrado por mais
uns cinco minutos. Ela já não agüentava mais o enorme peso do homem. Quando ele
se levantou, o pau saiu pingando esperma pelo corpo da mulher seviciada. Encostou,
então, o pau murcho nos lábios dela e ordenou: - ô putona, lambe meu pau porque
ele ainda está meio sujo de porra! Anda, rápido!
Dócil como toda ninfomaníaca, Maria tragou a pica úmida e, após alguns
minutos de competente trato, devolveu limpinha.
Saciado, o animal deixou-a ali deitada, tossindo por causa dos pentelhos
que ficaram em sua boca. Saiu e fez um sinal de positivo para o armário que
esperava sua vez.
O negão foi em direção à barraca, já de pau duro, e que pau: parecia que
havia uma garrafa de um litro sob seu calção. Quando vi o tamanho da encrenca,
pensei: - agora minha deusa vai matar a vontade de dar para valer!
Ela estava sentada e já tinha usado uns dez lenços umedecidos para
tentar se limpar, quando o gigante de ébano entrou na barraca, despiu-se,
chegou o pau perto da cabeça dela e ficou encarando-a, esperando a reação dela.
Imaginei, pelo que conheço de sua sexualidade, que, depois de dar para
três homens e já ter gozado várias vezes, ela precisava de mais estímulo desta
vez para se entregar ao sexo. Não deu outra, ela olhou para o pau dele e disse:
- você só tem isso? Você quer me comer com esse pauzinho murcho?
Falando isso, deu uma risada irônica e o encarou.
O enorme macho não esperava esta recepção e lhe disse: vadia, vou lhe
foder tanto que você vai engolir, além da minha porra, tudo isso que me disse!
Antes de terminar de falar, agarrou seus cabelos e encostou a imensa
glande preta nos lábios dela e gritou: - chupa, cachorra safada!
Atrevida, Maria virou o rosto e gritou: - não gosto de chupar pau mole,
seu viado!
Irritado, ele lhe deu um sonoro tapa no rosto e gritou: - vou ter que
bater mais ou você vai chupar minha pica?
Continuando imóvel, acabou levando outro tapa que lhe avermelhou as
bochechas e desatou a chorar.
Entre soluços, falou: - só vou dar para você se meu marido puder ficar
aqui dentro perto de mim!
O negão balançou a cabeça aborrecido e falou: - porra! Mas que frescura!
O corno ficou ali fora todo o tempo e agora na minha vez tem de ficar aqui! Ta
bom, mas se ele encostar um dedo em você, vou dar porrada nos dois, entendeu?
Eu estava entrando, quando o irmão dele que já tinha gozado na boca
dela, foi para a janela da barraca e, passando a mão sobre o calção, ficou alisando o pau e observando também.
Assim que eu entrei, fiquei no cantinho com o pau na mão, iniciando
outra sessão de masturbação. Maria já tinha apanhado a piroca com a boca e
fazia seus habituais malabarismos com os lábios e a língua, deixando o homem
com os olhos fechados e suspirando de prazer.
Pude notar então, as dimensões da sua naba. Era um pênis de responsa,
como se diz por aí. Da base até a cabeça, calculo que tinha de vinte e dois a
vinte e três centímetros. De espessura, pelo menos uns cinco centímetros. As
veias que ressaltavam do corpo do bicho eram muitas. Resumindo, minha doce
esposa levaria uma surra de caralho daquelas
Ela enfiava o rosto no meio dos pelos que guarneciam o sexo do másculo
comedor e chupava suas enormes e pretas bolas. Beijava e lambia suas virilhas,
sugando os lados do enorme bastão de carne pulsante e terminava por tentar
abocanhar a pica gigante que balançava à sua frente.
Em seguida, fez com que ela se deitasse e abrindo suas pernas, começou a
esfregar a cabeça da coisa em seus grandes lábios. Enquanto brincava daquele
jeito, o negão sugou-lhe as tetas com vontade, deixando os biquinhos duros,
demonstrando que ela já estava excitadíssima com o desempenho dele.
A glande mais parecia uma maçã daquelas bem arroxeadas e, somente com
algum esforço, foi empurrada para dentro da xota gulosa da vadia.
Depois que introduziu aquele colosso todo nela, num delicioso
papai-e-mamãe, iniciou um vai e vém lento e firme que foi acelerando aos
poucos, Maria toda assada, era penetrada com vigor e suas pernas suspensas nos
ombros do enorme homem, estremeciam a cada enterrada da tora em suas entranhas.
Depois de alguns minutos, ele a colocou sentada sobre seu pau, voltada para ele
e continuou o serviço.
O fodedor gostava de um peito, pois voltou a engolir seus seios com a
enorme boca. Maria adora uma carícia nos seios e começou a gemer de prazer
novamente.
Ela já sem forças, entregou-se a ele por completo. O viril negro
mexia-se sem parar demonstrando experiência. Com uma das mãos, apoiava-se no
assoalho e com a outra abraçava-a pela cintura, forçando movimentos que
facilitavam a invasão da pica em sua buceta.
Fodeu-a também em diversas outras posições e Maria gozou outra vez.
Quando já estava quase chegando ao orgasmo, o negão pegou-a pelos cabelos e lhe
disse no ouvido: - agora você vai sentir o gosto da minha porra, vadia!
Tirou a camisinha e socou-lhe a vara na boca e mandou que chupasse e
engolisse tudo. Sem dar espaço para que ela escapasse, segurou sua cabeça com
as duas enormes mãos e ejaculou uma enorme quantidade de esperma em sua goela.
Maria se debatia, meio asfixiada, mas não tinha jeito de se livrar.
Dava para notar que de tempos em tempos ela engolia uma certa
quantidade, mas o macho urrava de tesão e continuava a gozar na boquinha dela.
O sêmen já escorria pelos cantos da boca, mas ele gritou para ela: - não cospe
nada! Lembra do que eu disse? Você vai engolir cada gotinha da minha porra,
cachorra!
Maria agora era segurada pelo pescoço e deglutia a porra quente que lhe
era bombeada pela garganta.
Depois que terminou, ainda foi obrigada a lamber o gigantesco caralho
que ainda duro.
Satisfeito com a foda, o negão pegou a calcinha dela e, rindo, disse que
guardaria de recordação. Ainda colocava a bermuda, quando seu irmão entrou na
barraca e falou para Maria: - vou querer um bis agora, ô gostosa!
Olhei para ela e notei que já bastava, pois seu cabelo em desalinho
tinha gotas de esperma espalhadas. Sua maquiagem estava toda borrada. Seu rosto
ainda avermelhado dos tapas que levou. Seu pescoço, seios, coxas e bunda,
arroxeados pelas mordidas, chupadas, beliscões e dentadas que levou. Todo seu
corpo meio melado pela abundante porra que jorrou de quatro caralhos que a
fuderam.
Mas o macho estava de pau duro novamente e não queria negociação. Seu
irmão que saía da barraca olhou para mim e falou: - é melhor sua mulherzinha
dar para o meu irmão, porque ele é meio nervoso e gosta de bater!
Olhei para Maria e ela, que não tinha mais lenços de papel para se
limpar, usava a saia para retirar a gosma que escorria pela face, pescoço e
peitos. Sentada e resignada, ela ficou aguardando o tarado que se aproximava
com o pau duro apontado para ela e já ordenava: - vem mamar de novo, minha
linda, porque você é especialista em boquete!
Sem escolha, ela pigarreou para tentar retirar os inúmeros pentelhos que
se acumulavam em sua garganta e beijou o pau do homem. Iniciou outra sessão de
chupadas e fazia vigorosos movimentos de mão para acelerar o orgasmo do
comedor.
Depois de alguns minutos, o homem lhe disse: - agora, como boa cadelinha
que você é, fica de quatro para eu poder comer seu cu!
Maria lhe deu o preservativo e, para aliviar a dor ela pediu para usar o
gel lubrificante. Meio a contragosto, o tarado autorizou.
Maria fechou os olhos quando sentiu a dor da passagem da cabeçona pelas
pregas do seu cu. Ainda gemia de dor quando o homem acabou de enterrar o resto
do pau sem nenhum aviso. Puxando-a pelos quadris, enrabava sem dar a mínima
para a expressão de dor no rosto de Maria. Com o rabo todo esfolado, não era muito
agradável ser comida daquele jeito, mas ela ainda encontrou forças para iniciar
um rebolado frenético que fazia o pau do animal que a penetrava sumir por
completo em seu ânus.
Delirando de gozo, ele trazia a cabeça até a portinha do cu da fêmea e
enterrava até o talo, quando ela trancava o cuzinho e não deixava que ele
tirasse. Ficaram assim por vários minutos e Maria, contra minhas apostas,
gritou que gozava mais uma vez!
O negão que já estava agitadíssimo, todo suado e descontrolado de
desejo, gritou, então: - vai, gostosa, engole meu pau todinho com esse cuzinho
gostoso! Mexe, assim, assim, vou gozar muito em você! Putinha safada!
De boca aberta e babando nas costas dela, o macho esporrou e esporrou
até abraçá-la e deitar-se sem soltá-la e sem tirar o pau do seu rabo. Maria
ficou ali deitada com ele, até que seu pau amoleceu e gotas de sêmem começaram
a pingar no assoalho da barraca: a camisinha tinha arrebentado!
Ela, então, tentou se levantar e foi impedida por ele. Que lhe falou: -
calma, mulher! Fica mais um pouco. Daqui a uns minutos meu pau tá pronto para
te foder de novo!
Assustada, Maria olhou para mim como que perguntando o que faríamos,
pois ambos já estávamos mais que saciados e queríamos partir.
Tentei convencê-lo, até lhe ofereci dinheiro. Mas ele me ameaçou de tirar de dentro da
barraca e mandou que eu ficasse calado.
Passados uns dez minutos, ele começou a alisar seus seios e enfiar a
língua em sua orelha, anunciando que queria possuí-la novamente. Maria não
resistiu e sua xota foi comida outra vez. Desta vez sem camisinha, pois segundo
ele, Maria já tinha sentido o leitinho quente dele. O caminhoneiro guloso
separou suas pernas e trepou com ela pouco mais de meia hora. Na hora de gozar,
tirou da xota e comeu seu cu novamente.
Ao sair, seu irmão, o outro negão, chegou na porta da barraca e mostrou
dois baldes de água dizendo:
- vem cá, mulher! Vem tomar um banho para ficar cheirosa para mim de
novo!
Aí pensei, estamos numa enrascada! O posto de combustível era muito
grande e os três caminhões estavam afastados o suficiente para que ninguém nos
ouvisse, devido ao barulho dos motores e da rodovia. Ofereci dinheiro
novamente, mas ele queria só sexo.
O máximo que consegui foi que, depois do banho improvisado, ela
descansasse um pouco e fizesse um lanche, além de usar o matinho ao lado para
suas necessidades, já que não deixaram que fosse ao sanitário.
Anoitecia, quando o negão a pegou pelo braço com uma das mãos, enquanto
a outra apalpava suas nádegas e a arrastou para a barraca do prazer. Fui junto
com a recomendação de ficar quieto e calado.
Como a fêmea cheirando a sabonete barato, o negão lhe deu um banho de
língua, antes de fazê-la chupar seu pau por um bom tempo. Depois das
preliminares, comeu sua xota com vontade. Minha deusa cuzuda já não
estava tão excitada como antes, mas ainda conseguia sentir prazer, pois era
fodida selvagemente .
Depois de comê-la até se fartar, ele retirou a camisinha e enfiou o
caralho na boca dela e despejou porra outra vez. Como tinha em excesso, deixou
que alguns jatos atingissem os olhos, nariz e cabelo dela.
Mas, para nossa surpresa, o urso peludo entrou assim que o último
comedor saiu. Maria recebeu vara de novo, só que desta vez, o branquelo queria
variação. Depois de um rápido papai-e-mamãe, ele disse para ela: - gostosa, ainda não provei o seu cuzinho e meus
amigos disseram que não dá para dispensar. Prepare-se porque vou te arrombar!
Dito isto pegou-a à força e entre gritos de desespero, Maria teve seu
rabo violentamente fodido pelo sujeito que gostava de fazê-la sofrer, mal teve
tempo de passar o gel e já foi enrabada.
Ela se esforçava para afastá-lo de verdade, mas isso o excitava ainda
mais e como era muito forte, a dominava facilmente. Segurava seus braços e
empurrava a vara na bunda dela sem nenhuma piedade, apesar vê-la chorar de dor
e desconforto!
Para desespero dela, ele demorou bastante para gozar e estendeu o sofrimento
dela. Mas só gozou quando ela obedeceu a ordem de rebolar na pica dele.
Terminada a foda, eu já temia que mais alguém tivesse a mesma intenção.
Mas para nosso alívio, afinal fomos liberados para ir embora. Pena que só
deixaram fotografar duas vezes!
É um risco que se corre, quando se procura situações
limite como essas. Às vezes, o tiro pode sair pela culatra, ou entrar pelo cu,
como no presente relato.





