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domingo, 22 de abril de 2012

BUNDA FAMINTA ENTRE CAMINHONEIROS


Dizem que alguns tipos masculinos atiçam a imaginação e fantasia femininas.
Coisas do tipo, militar fardado, homens rudes, trabalhadores robustos, etc. No caso da minha adorada esposa, já experimentamos quase de tudo, mas um dia desses na estrada, observamos um posto de combustível apinhado de caminhoneiros e nos olhamos lascivamente. Maria olhou nos meus olhos e falou: - você topa me ver dando para um bando de caminhoneiros? Já imaginando como seria vê-la sendo currada por aquele monte de homens brutos e viris, aceitei na hora!
Gostamos muito de viajar para o interior do estado, tanto para visitar familiares como para curtir fins de semana em chácaras e ranchos de amigos e em hotéis fazenda.. Nessas ocasiões, quando não estamos acompanhados dos filhos, nossas mentes raciocinam de imediato com possíveis putarias. Isso é automático.
Afinal, estaremos cruzando com pessoas que não fazem parte do nosso cotidiano e podemos liberar nossas mais loucas fantasias à vontade, como já o fizemos várias vezes, diga-se de passagem.
Neste conto, confesso a realização de mais uma de nossas vadiagens.
Nossa principal intenção na viagem era mesmo provocar uma ocasião para enche-la de porra de algum macho pirocudo e, por tabela, satisfazer meu desejo de vê-la espetada num pau estranho.
Para garantir o interesse dos possíveis comedores, ela vestiu uma camiseta branca, sem sutiã, que facilitava muito ver seus lindos seios e uma minissaia de lycra preta, curta e apertada. A calcinha branca contrastava sensualmente com a saia.
Após encontrar um posto com muitos caminhões parados um estacionamento bem amplo, minha diva devassa começou a passear entre os caminhões, enquanto eu a acompanhava à distância para observar a reação da macharada aos seus encantos. Onde ela passava, os homens paravam o que faziam e ficavam a babar, enquanto a esquadrinhavam de cima a baixo. Alguns nãos resistiam e assobiavam e outros mais abusadinhos diziam: - ô lá em casa!
Maria escolheu um grupo de caminhoneiros mais jovens que se encontravam mais afastados dos demais. Estavam atrás de três caminhões estacionados em uma das extremidades da área do posto, longe da rodovia.
Dois deles aparentavam seus trinta e poucos anos e o terceiro tinha seus cinqüenta anos. Todos fortes e de beleza máscula, como ela definiu.
Ela foi andando na frente e eu uns cinco metros atrás.
Os três machos estavam distraídos jogando cartas e bebendo, mas não deixaram de perceber quando ela chegou requebrando e perguntou se podia se sentar próximo deles. É claro que autorizaram, isso sem tirar os olhos das coxas dela e da calcinha que apareceu quando um deles ofereceu um apertado espaço no pequeno banco de madeira em que estava.
Como o espaço era reduzido, ela ficou com a coxa esquerda em contato com a perna peluda do homem, que estava só de calção.
Cumprimentei-os também, mas nem me responderam, pois não tiravam os olhos do monumento de mulher que estava entre eles. Fiquei ali de pé, observando o que aconteceria.
Um deles perguntou seu nome e se ela aceitava tomar uma dose de cachaça. Ela respondeu negativamente.
O excitado caminhoneiro comentou que os três eram muito amigos e viajavam sempre juntos e sempre compartilhavam tudo. Havia ainda o irmão de um deles que não estava ali no momento.
Maria lhe disse que era importante compartilhar tudo mesmo e acrescentou que estávamos ali procurando homens decididos para lhe fazer mulher, pois ela gostava de homens fortes que sabem como tratar uma fémea. Disse também que eu, seu marido, gostaria de compartilhá-la com todos eles.
Os três se entreolharam e o que estava sentado ao lado dela, passou rapidamente o braço em volta de sua cintura e disse era ela um delícia e ele se candidatava. Enquanto elogiava seus cabelos, cheirava seu pescoço e arriscou-se a lhe dar um beijo na nuca.
Os outros dois também se aproximaram e um deles colocou o banquinho ao lado e enfiou a mão em suas coxas e as alisava. O que estava em pé bebeu mais uma dose, ajoelhou-se atrás dela e enfiou suas mãos por dentro da camiseta dela procurando seus seios.
Ela deu um gritinho de susto e sorriu dizendo: - nossa! Como seu amigo é apressado, hein?
Os homens sorriram e o mais velho e que estava ao seu lado, pegou seus cabelos e puxou-a em sua direção, dando-lhe um beijo na boca, com direito ao sabor da cachaça!
Minha putinha, excitadíssima, retribuiu-lhe o beijo. Nisso, o mais novo que estava ao seu lado, pegou a mão dela e colocou sobre sua pica que já tentava escapar do folgado calção!
O mais velho, sem querer perder tempo, levantou-se e tirando o pau, suado e peludo, para fora da calça, esfregou na cara de minha adorada rabuda que, sem ter outra opção, abocanhou-o todinho e passou a chupá-lo com desejo!
Vendo que a coisa estava esquentando, o macho que tinha os peitos dela na mão abaixou as calças e tentava se esfregar na bunda dela.
Acabaram se estranhando quando o mais forte deles falou: - não dá para os três comerem ao mesmo tempo, deixa eu começar e já já devolvo para vocês.
Os outros dois não concordaram e resolveram ir os três para a barraca armada atrás dos caminhões. Barraca mesmo, não no sentido figurado!
Maria também protestou: - quero os três ao mesmo tempo!
Eles se entreolharam e sorriram maliciosamente, antevendo o quanto se aproveitariam dela.
Apesar de a distância ser de pouco mais de dez metros, levaram quase cinco minutos até chegar à barraca, pois os três queriam disputar quem lhe beijava a boca, chupava seu seios e encoxava seu rabo! Cada um procurava um espaço e enfiava a mão, a língua ou tentava encaixar seu pau!
Maria revirava os olhos de prazer, sendo cobiçada, encoxada, esfregada, apalpada, chupada e bolinada por aqueles animais que não viam mulher há dias.
A barraca tinha capacidade para três pessoas, permitindo uma boa suruba ali. Ao se abaixar para entrar, um deles levantou sua saia e lhe beijou a bunda e o que entrou na frente já a recebia com o pau duro e empurrava na sua boca.
Depois de entrar o último, este me disse que eu assistiria de fora! Olhando pela fresta da janelinha.
Maria mal teve tempo de colocar a camisinha no pau de um deles e já foi rapidamente penetrada pelo mais velho dos três, que deitado, fez com que ela se sentasse em sua pica e, vigorosamente, agarrou seus quadris forçando que ela rebolasse continuamente.
Os dois mais jovens revezavam seus caralhos na boquinha gulosa de minha mulherzinha piranha. Um era negro e o outro, branco. Este último era o mais forte e, também, o mais abusado dos três. Seus braços eram tão grossos quanto minhas pernas e minha rabuda já estava dando preferência a ele nas chupadas.

O outro homem que compartilhava a boquinha de Maria já se incomodava, pois ela não queria parar de chupar o grosso caralho do parrudo. Irritado, puxou-lhe os cabelos e, sem pena dela, socou-lhe o cacete garganta abaixo, provocando que ela engasgasse e ainda lhe disse: - não se esqueça do meu pau, viu, ô putinha!
A frenética trepada continuava dentro da aconchegante barraca. Entre gemidos e gritos de prazer, Maria era currada como ela mais gosta, com várias picas a fodendo sem parar.
Enquanto isso, eu acompanhava tudo do lado de fora, olhando pela janelinha e  já com o pau na mão, me masturbando, excitadíssimo com a cena que se desenrolava ali. Totalmente absorto com minha punheta, fui surpreendido por uma mão pesada que bateu em meus ombros. Refeito do susto, olhei para trás e me deparei com um negro de seus 1,90, estilo armário. Tinha uma barriguinha proeminente, é verdade, mas o tamanho do homem dava medo só de olhar.
O enorme caminhoneiro perguntou por que eu me punheteava ali na frente da barraca dele e deduzi que era o quarto homem do grupo. Expliquei-lhe a situação e ele, após conferir pela fresta da barraca, disse-me: tá tudo certo, corno! Pode ficar aí na boa, mas assim que eles terminarem, eu também vou comer sua vadia, entendeu?
Dito isso, sentou-se no banquinho ao lado do caminhão e abriu uma latinha de cerveja.
Ao voltar à minha sessão de voyeurismo, vi que perdi a gozada do negro na boquinha de Maria, pois ele estava retirando o pau e o esperma que ela não conseguiu engolir já escorria pelos cantos da boca e pingava em seus seios, ombros e braços. Depois de limpar seu caralho na camiseta dela que estava ali no assoalho, o sacana colocou seu calção, saiu sorrindo e cumprimentou seu irmão.
Maria, então, ficou livre para dedicar-se inteiramente ao pau que lhe fodia a boca. O fodedor já segurava sua cabeça com as duas mãos e a empurrava decididamente contra sua virilha, forçando minha bunduda a engolir todo seu pau e fazendo com que metade do seu rosto desaparecesse naquela floresta peluda.
Depois de pouco mais de uma hora que começaram a comê-la, o mais velho levantou-se e falou: - gostosa, fica de quatro que agora vou gozar no seu cu. Obediente com seu macho e sem tirar o outro pau da boca, ela se ajeitou como pode e recebeu a piroca latejante no rabo.
O comedor não se preocupou muito com o bem estar dela, pois mal deu uma cuspidela na na enorme e roxa cabeça do caralho, enfiou-lhe nas entranhas de uma só vez, arrancando um grito de dor da minha devassa. Passado o trauma da penetração violenta, ela passou a rebolar lentamente para facilitar a entrada do resto da grossa pica que lhe separava as pregas. Como acontece nessas ocasiões, ela acabou gozando só de ser penetrada. Já o homem gostava de um cu, pois apesar de Maria trancar suas pregas com vigor para lhe massagear a piroca, ele se conteve para saborear seu rabo com toda a calma.
Acabou por enterrar toda a jeba negra e pulsante no guloso rabo que se remexia sob seu peso. Maria apenas gemia de tesão, porque sua boca era totalmente preenchida pelo cacete do outro comedor. Já o fodedor grisalho metia sem dó nem piedade e eu ouvia, lá de fora, quando as enormes bolas batiam ritmadamente na bunda da minha deliciosa patroa.
O branco enorme tirou o pau da sua boca e lhe ofereceu as bolas peludas para que fossem chupadas. Ela descia com a língua até perto do cu do cidadão e subia novamente até a cabeça do pau.
Maria permanecia de quatro feito uma cadela e o macho que lhe comia o rabo estava sobre ela, com todo seu peso em cima da fêmea e uma das mãos lhe apertava os seios e a outra a abraçava vigorosamente, garantindo que ela ficasse totalmente grudada a ele. Chupava e beijava a nuca dela sem parar e urrava em seu ouvido: - mexe gostoso, puta safada! Mexe essa bunda gostosa e engole meu pau, sua piranha!
Depois de quase meia hora de intenso sexo anal, o homem passou a gemer, denunciando que chegava ao orgasmo. Soltou os seios dela e a abraçou com ambos os braços, arroxando ainda mais o abraço de urso com que subjugava a mulher, dando a impressão que queria atravessá-la com a pica!
Já cansada de sustentar o peso do macho nas costas, durante tanto tempo, ela deitou-se para descansar, mas ele demorou a tirar a pica de dentro do seu esfolado cuzinho.
Satisfeito com a enrabada animal a que submeteu Maria, o homem, a exemplo do comedor que o precedeu, limpou seu pau na camiseta dela e jogou ali do lado dela. Mal fez isso, o grandão branquelo, que mais parecia um gorila de tão peludo que era, virou-a de frente e, abriu suas pernas. Ela mal teve tempo de lhe colocar o preservativo e já sentiu a pica sendo enterrada em sua xoxota sem muita cerimônia.
O sacana, o único dos três que estava bêbado, depois de atolar até o último centímetro do caralho latejante todinho dentro dela, passou a beijá-la com ardor. Enfiava sua sedenta língua, cheirando a cachaça, na boca da minha esposa. Maria gemia alto a cada estocada do grosso cacete que lhe invadia a buceta. Tal era o vigor da penetração, que ela esticou os braços e nem tinha força mais para segurar o tecido que revestia o assoalho da barraca.
Entregou-se inteiramente ao macho que rosnava em cima e dentro dela vigorosamente.
Não tardou a gozar outra vez, com gritinhos de prazer abafados pela atrevida língua do peludo macho que a comia.
Do lado de fora, o negão estilo Mike Tyson já estava inquieto. Alisava o enorme volume que carregava sob suas calças e olhava atentamente para a porta da barraca, aguardando impacientemente a sua hora de entrar e participar da festa.
Seu irmão mais novo, que já tinha enchido a boca de Maria de porra, sentou-se ao seu lado e iniciou um relato das qualidades da minha mulher, deixando o negão da vez mais excitado ainda.
Já do lado de dentro, a fudelança seguia intensa. Quando o urso branco e peludo a colocou de quatro e socou-lhe violentamente a enorme e grossa piroca na inchada buceta, não resisti e cheguei ao orgasmo.
Fiquei meio sem jeito, pois os dois negros estavam a poucos metros de mim.
O fodedor da hora gostava de fazê-la sofrer, pude observar, porque além da maneira sádica como ele a penetrava, o sacana apoiou-se em uma cadeira e fez com que ela encostasse o rosto no chão, colocando o pé em sua cabeça. Maria ficou com o traseiro para cima e as estocadas eram tão fortes que ela era empurrada para frente e quase caía.
Mas nesse momento, tive certeza de algo de que já suspeitava faz algum tempo sobre o comportamento dela. Minha esposa é meio masoquista. Em situações de sexo, ela suporta e até se excita com situações de violência e humilhação a que é submetida. Em diversas ocasiões, achava estranho a atitude dela de chamar o macho que a fodia de broxa, frouxo ou veado. E quando o homem reagia com tapas, chamando-a de palavrões ou outras atitudes ríspidas, ela visivelmente sentia mais tesão.
A essa altura, o fodedor segurou suas mãos deixando-a totalmente indefesa e metia, metia e metia.
Maria gemia cada vez mais alto e chegou ao orgasmo novamente, confirmando o que disse acima sobre seu masoquismo.
O garanhão hirsuto, muito estimulado com a performance dela, também atingiu o clímax e ejaculou abundantemente em sua bucetinha. Enquanto gozava, ainda chupava e mordia o pescoço dela, deixando marcas que mais pareciam hematomas.
Depois que encheu a xoxota de minha piranhazinha de sêmen, o abusado deitou-a de lado e ficou em cima dela, com o caralho todo enterrado por mais uns cinco minutos. Ela já não agüentava mais o enorme peso do homem. Quando ele se levantou, o pau saiu pingando esperma pelo corpo da mulher seviciada. Encostou, então, o pau murcho nos lábios dela e ordenou: - ô putona, lambe meu pau porque ele ainda está meio sujo de porra! Anda, rápido!
Dócil como toda ninfomaníaca, Maria tragou a pica úmida e, após alguns minutos de competente trato, devolveu limpinha.
Saciado, o animal deixou-a ali deitada, tossindo por causa dos pentelhos que ficaram em sua boca. Saiu e fez um sinal de positivo para o armário que esperava sua vez.
O negão foi em direção à barraca, já de pau duro, e que pau: parecia que havia uma garrafa de um litro sob seu calção. Quando vi o tamanho da encrenca, pensei: - agora minha deusa vai matar a vontade de dar para valer!
Ela estava sentada e já tinha usado uns dez lenços umedecidos para tentar se limpar, quando o gigante de ébano entrou na barraca, despiu-se, chegou o pau perto da cabeça dela e ficou encarando-a, esperando a reação dela.
Imaginei, pelo que conheço de sua sexualidade, que, depois de dar para três homens e já ter gozado várias vezes, ela precisava de mais estímulo desta vez para se entregar ao sexo. Não deu outra, ela olhou para o pau dele e disse: - você só tem isso? Você quer me comer com esse pauzinho murcho?
Falando isso, deu uma risada irônica e o encarou.
O enorme macho não esperava esta recepção e lhe disse: vadia, vou lhe foder tanto que você vai engolir, além da minha porra, tudo isso que me disse!
Antes de terminar de falar, agarrou seus cabelos e encostou a imensa glande preta nos lábios dela e gritou: - chupa, cachorra safada!
Atrevida, Maria virou o rosto e gritou: - não gosto de chupar pau mole, seu viado!
Irritado, ele lhe deu um sonoro tapa no rosto e gritou: - vou ter que bater mais ou você vai chupar minha pica?
Continuando imóvel, acabou levando outro tapa que lhe avermelhou as bochechas e desatou a chorar.
Entre soluços, falou: - só vou dar para você se meu marido puder ficar aqui dentro perto de mim!
O negão balançou a cabeça aborrecido e falou: - porra! Mas que frescura! O corno ficou ali fora todo o tempo e agora na minha vez tem de ficar aqui! Ta bom, mas se ele encostar um dedo em você, vou dar porrada nos dois, entendeu?
Eu estava entrando, quando o irmão dele que já tinha gozado na boca dela, foi para a janela da barraca e, passando a mão sobre o calção,  ficou alisando o pau e observando também.
Assim que eu entrei, fiquei no cantinho com o pau na mão, iniciando outra sessão de masturbação. Maria já tinha apanhado a piroca com a boca e fazia seus habituais malabarismos com os lábios e a língua, deixando o homem com os olhos fechados e suspirando de prazer.
Pude notar então, as dimensões da sua naba. Era um pênis de responsa, como se diz por aí. Da base até a cabeça, calculo que tinha de vinte e dois a vinte e três centímetros. De espessura, pelo menos uns cinco centímetros. As veias que ressaltavam do corpo do bicho eram muitas. Resumindo, minha doce esposa levaria uma surra de caralho daquelas
Ela enfiava o rosto no meio dos pelos que guarneciam o sexo do másculo comedor e chupava suas enormes e pretas bolas. Beijava e lambia suas virilhas, sugando os lados do enorme bastão de carne pulsante e terminava por tentar abocanhar a pica gigante que balançava à sua frente.
Em seguida, fez com que ela se deitasse e abrindo suas pernas, começou a esfregar a cabeça da coisa em seus grandes lábios. Enquanto brincava daquele jeito, o negão sugou-lhe as tetas com vontade, deixando os biquinhos duros, demonstrando que ela já estava excitadíssima com o desempenho dele.
A glande mais parecia uma maçã daquelas bem arroxeadas e, somente com algum esforço, foi empurrada para dentro da xota gulosa da vadia.
Depois que introduziu aquele colosso todo nela, num delicioso papai-e-mamãe, iniciou um vai e vém lento e firme que foi acelerando aos poucos, Maria toda assada, era penetrada com vigor e suas pernas suspensas nos ombros do enorme homem, estremeciam a cada enterrada da tora em suas entranhas. Depois de alguns minutos, ele a colocou sentada sobre seu pau, voltada para ele e continuou o serviço.
O fodedor gostava de um peito, pois voltou a engolir seus seios com a enorme boca. Maria adora uma carícia nos seios e começou a gemer de prazer novamente.
Ela já sem forças, entregou-se a ele por completo. O viril negro mexia-se sem parar demonstrando experiência. Com uma das mãos, apoiava-se no assoalho e com a outra abraçava-a pela cintura, forçando movimentos que facilitavam a invasão da pica em sua buceta.
Fodeu-a também em diversas outras posições e Maria gozou outra vez. Quando já estava quase chegando ao orgasmo, o negão pegou-a pelos cabelos e lhe disse no ouvido: - agora você vai sentir o gosto da minha porra, vadia!
Tirou a camisinha e socou-lhe a vara na boca e mandou que chupasse e engolisse tudo. Sem dar espaço para que ela escapasse, segurou sua cabeça com as duas enormes mãos e ejaculou uma enorme quantidade de esperma em sua goela. Maria se debatia, meio asfixiada, mas não tinha jeito de se livrar.
Dava para notar que de tempos em tempos ela engolia uma certa quantidade, mas o macho urrava de tesão e continuava a gozar na boquinha dela. O sêmen já escorria pelos cantos da boca, mas ele gritou para ela: - não cospe nada! Lembra do que eu disse? Você vai engolir cada gotinha da minha porra, cachorra!
Maria agora era segurada pelo pescoço e deglutia a porra quente que lhe era bombeada pela garganta.
Depois que terminou, ainda foi obrigada a lamber o gigantesco caralho que ainda duro.
Satisfeito com a foda, o negão pegou a calcinha dela e, rindo, disse que guardaria de recordação. Ainda colocava a bermuda, quando seu irmão entrou na barraca e falou para Maria: - vou querer um bis agora, ô gostosa!
Olhei para ela e notei que já bastava, pois seu cabelo em desalinho tinha gotas de esperma espalhadas. Sua maquiagem estava toda borrada. Seu rosto ainda avermelhado dos tapas que levou. Seu pescoço, seios, coxas e bunda, arroxeados pelas mordidas, chupadas, beliscões e dentadas que levou. Todo seu corpo meio melado pela abundante porra que jorrou de quatro caralhos que a fuderam.
Mas o macho estava de pau duro novamente e não queria negociação. Seu irmão que saía da barraca olhou para mim e falou: - é melhor sua mulherzinha dar para o meu irmão, porque ele é meio nervoso e gosta de bater!
Olhei para Maria e ela, que não tinha mais lenços de papel para se limpar, usava a saia para retirar a gosma que escorria pela face, pescoço e peitos. Sentada e resignada, ela ficou aguardando o tarado que se aproximava com o pau duro apontado para ela e já ordenava: - vem mamar de novo, minha linda, porque você é especialista em boquete!
Sem escolha, ela pigarreou para tentar retirar os inúmeros pentelhos que se acumulavam em sua garganta e beijou o pau do homem. Iniciou outra sessão de chupadas e fazia vigorosos movimentos de mão para acelerar o orgasmo do comedor.
Depois de alguns minutos, o homem lhe disse: - agora, como boa cadelinha que você é, fica de quatro para eu poder comer seu cu!
Maria lhe deu o preservativo e, para aliviar a dor ela pediu para usar o gel lubrificante. Meio a contragosto, o tarado autorizou.
Maria fechou os olhos quando sentiu a dor da passagem da cabeçona pelas pregas do seu cu. Ainda gemia de dor quando o homem acabou de enterrar o resto do pau sem nenhum aviso. Puxando-a pelos quadris, enrabava sem dar a mínima para a expressão de dor no rosto de Maria. Com o rabo todo esfolado, não era muito agradável ser comida daquele jeito, mas ela ainda encontrou forças para iniciar um rebolado frenético que fazia o pau do animal que a penetrava sumir por completo em seu ânus.
Delirando de gozo, ele trazia a cabeça até a portinha do cu da fêmea e enterrava até o talo, quando ela trancava o cuzinho e não deixava que ele tirasse. Ficaram assim por vários minutos e Maria, contra minhas apostas, gritou que gozava mais uma vez!
O negão que já estava agitadíssimo, todo suado e descontrolado de desejo, gritou, então: - vai, gostosa, engole meu pau todinho com esse cuzinho gostoso! Mexe, assim, assim, vou gozar muito em você! Putinha safada!
De boca aberta e babando nas costas dela, o macho esporrou e esporrou até abraçá-la e deitar-se sem soltá-la e sem tirar o pau do seu rabo. Maria ficou ali deitada com ele, até que seu pau amoleceu e gotas de sêmem começaram a pingar no assoalho da barraca: a camisinha tinha arrebentado!
Ela, então, tentou se levantar e foi impedida por ele. Que lhe falou: - calma, mulher! Fica mais um pouco. Daqui a uns minutos meu pau tá pronto para te foder de novo!
Assustada, Maria olhou para mim como que perguntando o que faríamos, pois ambos já estávamos mais que saciados e queríamos partir.
Tentei convencê-lo, até lhe ofereci dinheiro.  Mas ele me ameaçou de tirar de dentro da barraca e mandou que eu ficasse calado.
Passados uns dez minutos, ele começou a alisar seus seios e enfiar a língua em sua orelha, anunciando que queria possuí-la novamente. Maria não resistiu e sua xota foi comida outra vez. Desta vez sem camisinha, pois segundo ele, Maria já tinha sentido o leitinho quente dele. O caminhoneiro guloso separou suas pernas e trepou com ela pouco mais de meia hora. Na hora de gozar, tirou da xota e comeu seu cu novamente.
Ao sair, seu irmão, o outro negão, chegou na porta da barraca e mostrou dois baldes de água dizendo:
- vem cá, mulher! Vem tomar um banho para ficar cheirosa para mim de novo!
Aí pensei, estamos numa enrascada! O posto de combustível era muito grande e os três caminhões estavam afastados o suficiente para que ninguém nos ouvisse, devido ao barulho dos motores e da rodovia. Ofereci dinheiro novamente, mas ele queria só sexo.
O máximo que consegui foi que, depois do banho improvisado, ela descansasse um pouco e fizesse um lanche, além de usar o matinho ao lado para suas necessidades, já que não deixaram que fosse ao sanitário.
Anoitecia, quando o negão a pegou pelo braço com uma das mãos, enquanto a outra apalpava suas nádegas e a arrastou para a barraca do prazer. Fui junto com a recomendação de ficar quieto e calado.
Como a fêmea cheirando a sabonete barato, o negão lhe deu um banho de língua, antes de fazê-la chupar seu pau por um bom tempo. Depois das preliminares, comeu sua xota com vontade. Minha deusa cuzuda    não estava tão excitada como antes, mas ainda conseguia sentir prazer, pois era fodida selvagemente .
Depois de comê-la até se fartar, ele retirou a camisinha e enfiou o caralho na boca dela e despejou porra outra vez. Como tinha em excesso, deixou que alguns jatos atingissem os olhos, nariz e cabelo dela.

Mas, para nossa surpresa, o urso peludo entrou assim que o último comedor saiu. Maria recebeu vara de novo, só que desta vez, o branquelo queria variação. Depois de um rápido papai-e-mamãe, ele disse para ela: - gostosa, ainda não provei o seu cuzinho e meus amigos disseram que não dá para dispensar. Prepare-se porque vou te arrombar!
Dito isto pegou-a à força e entre gritos de desespero, Maria teve seu rabo violentamente fodido pelo sujeito que gostava de fazê-la sofrer, mal teve tempo de passar o gel e já foi enrabada.
Ela se esforçava para afastá-lo de verdade, mas isso o excitava ainda mais e como era muito forte, a dominava facilmente. Segurava seus braços e empurrava a vara na bunda dela sem nenhuma piedade, apesar vê-la chorar de dor e desconforto!
Para desespero dela, ele demorou bastante para gozar e estendeu o sofrimento dela. Mas só gozou quando ela obedeceu a ordem de rebolar na pica dele.
Terminada a foda, eu já temia que mais alguém tivesse a mesma intenção. Mas para nosso alívio, afinal fomos liberados para ir embora. Pena que só deixaram fotografar duas vezes!
É um risco que se corre, quando se procura situações limite como essas. Às vezes, o tiro pode sair pela culatra, ou entrar pelo cu, como no presente relato.

sábado, 31 de março de 2012

Bacanal na rodovia


Olá, queridos!
Maria e eu pedimos paciência a todos os candidatos. Acredito que vocês devem imaginar o quanto a fila para enrabá-la está enorme. Por isso, estamos contatando somente aqueles cujas fotos, preferências e dados pessoais a agradem mais. Apenas lembrando que nosso negócio é só sexo. Não rola drogas e nem envolvimento financeiro de nenhuma das partes. Quando percebemos algo nesse sentido, nem entramos em contato. Claro?
Passo, agora, a contar mais uma de nossas peripécias eróticas.
Férias são sempre um período especial. E para um casal que procura sacanagem, não faltam opções.
Resolvemos aproveitar as nossas já durante a viagem de ida. Despachamos nossos filhos de avião e fomos de carro, para termos total liberdade e darmos asas à imaginação como de costume.
Como já fizemos em outra oportunidade (e foi muito gostoso!), combinamos que ela seduziria algum estranho na estrada, o que seria nosso aperitivo.
Assim fizemos. Em um trecho da rodovia, já em uma das saída de São Paulo, paramos o carro. No local via-se de vez em quando alguém a pé ou de bicicleta. Estacionei ao lado da rodovia, embaixo de algumas árvores. Ficamos a uns 30 ou 40 metros da pista, em um local onde ela poderia trepar dentro do carro sem ser incomodada.
Acertamos, então, que nosso pretexto era de que ela precisava apanhar algum objeto embaixo das malas e eu estava com o braço machucado e não poderia ajudar, já que a bagagem estava pesada. Ficamos ali, mais ou menos uma meia hora, até que um dos homens que passava despertou tesão em minha rabuda.
O rapaz era caucasiano, cabelos curtos e pretos. Mais ou menos 1,80m e forte. Aparentando seus trinta anos. Do jeitinho que gosta!
Fui até ele e mostrei o carro com a tampa traseira aberta e lhe contei a história. O cidadão aceitou ajudar e foi se aproximando do carro, já observando Maria, que estava sentada no banco de trás com a porta aberta, de pernas ligeiramente separadas, exibindo sua calcinha
O trabalhador não deixou de notar suas belas coxas, pude observar. Pedi a ela que o levasse até a traseira do carro.
Maria, então, abriu o porta-malas e pediu que o sujeito levantasse a mala maior. Ele se atrapalhou um pouco para levantar o volume. Aproveitando a deixa, Maria, dizendo que iria ajudá-lo, se espremeu entre o homem e a abertura do porta-malas. De modo que sua bunda ficou bem à altura do pau do homem.
A depravada vestia uma camiseta bem folgada e sem mangas, sem sutiã, deixando os seios quase à mostra. A saia jeans era justíssima e curta, valorizando as deliciosas pernas.
Ele tentou se afastar para dar espaço para ela, mas a safada não deixou porque, segundo ela, ele não conseguiria sozinho.
A rabuda começou a fazer movimentos para cima e para baixo e para os lados, forçando um delicioso encoxamento. O desprevenido transeunte nem estava com segundas intenções, mas com todo aquele oferecimento, já desconfiou de alguma coisa e me olhou sem jeito.
Eu lhe disse, então: Amor, já que ele vai resolver o problema, estou pensando em como podemos recompensá-lo!
Maria olhou para trás e, sem parar de rebolar no pau dele falou: - é isso mesmo, o que você quer que eu te dê?
O homem, já de pica dura, mas sem entender tudo ainda, resolveu arriscar e entrou na onda dizendo que estava ali apenas para ajudar, não em troca de recompensa, mas se ela quisesse lhe dar algo ele aceitaria de bom grado. Disse isso, enquanto se esfregava naquele rabo suculento.
Sorri para a minha ninfomaníaca e ela também.
Enfim ele retirou a mala e a encostou no carro e, ao se abaixar para ajeita-la melhor, teve a companhia dela. Maria também se abaixou e ficou ao lado dele, ficando de cócoras e deixando a calcinha à mostra.
Além disso, a safadinha abaixou a camiseta e tirou um dos seios para fora e ficou olhando para ele, esperando sua reação. Quando ele percebeu aquele melão ali exposto, não sabia se segurava a mala,, olhava a calcinha ou o peitão apontado para ele.
Queríamos acelerar as coisas para podermos continuar a viagem e pararmos no hotel de sempre. Então tive de colocar as cartas na mesa logo. Disse: - estou sem dinheiro, mas minha mulher gostou muito de você. Aceitaria uns carinhos dela como pagamento?
O sujeito me olhou meio sem acreditar e sem tirar os olhos da peitola que balançava à sua frente, sussurou: - mas é claro, doutor!
Maria permanecia ao lado dele todo o tempo, encostando seu traseiro nele. O esperto rapaz, já de pau duro, abraçou-a pelas costas e levantou seus cabelos para lhe cheirar o nuca. A outra mão livre já passeava por suas coxas e chegava até a calcinha. Seu cacete já mostrava que estava vivo. E bem vivo! Maria não perdeu tempo e o acariciava por cima da calça. O bicho foi crescendo e endurecendo e ela resolveu ver o tamanho da coisa. Abriu o zíper do fodedor e encheu sua mãozinha com a rola peluda que encontrou.

Ele se encostou no carro, desceu as calças e lhe ofereceu o caralho para que chupasse.
Maria não se fez de difícil e caiu de boca no pau do homem. Era uma pica comum. Ela já sugou paus maiores, mas era de bom tamanho e ela revirava os olhos de prazer enquanto engolia o instrumento inteiro.
Quando ela já estava com o membro entalado na garganta, outro carro saiu da pista e veio em nossa direção. Como pararam bem próximo e mais para fora da pista ainda, a passageira viu toda a cena e disse algo ao homem que dirigia. Não sei o que queriam, mas voltaram imediatamente à rodovia e foram embora.
Passado o incidente, fiquei me maravilhando com aquela cena. Maria de boca cheia com um caralho totalmente desconhecido, parecendo uma puta de rua, mesmo!
Modéstia à parte, se assim posso dizer, minha mulher é uma perita em boquete. Sua boquinha de veludo e sua língua macia e esperta fazem uma massagem sem igual em qualquer piroca. Ela é profissional mesmo. Vários machos que queriam comer seu delicioso rabo acabaram gozando na boquinha dela de tão excitados com o que ela faz com aqueles lábios!
A maneira como ela suga a cabeça do pau, a habilidade de sua língua em pressionar o cilindro de carne que ela tanto gosta e sua técnica em chupar as bolas de um macho são incomparáveis. E o tesão que ela sente é tão grande que depois que começa não quer mais parar. Sem falar na voracidade que mostra ao engolir o esperma do sortudo que tiver a chance de empurrar a pica na sua goela. Suga até a última gota e ainda lambe os lábios!
Prova disso é que aquele sujeito que acho que não estava acostumado a ser sugado daquele jeito, acabou por esporrar na goela dela poucos minutos depois. O homem gemia e alisava os cabelos da devassa, que mamava na sua rola e não deixou um gota sequer escapar!
Mas minha diva tesuda ficou meio decepcionada, por que o cara gozou rápido demais e não a comeu como ela queria. Olhando para ele, enquanto limpava a boca com um lenço que lhe dei, reclamou: - já gozou? Nem tocou direito em mim? Pôxa!
Ele sorriu satisfeito e se sentou no banco traseiro e pediu que esperasse uns dez minutos que estaria pronto de novo.
Já entardecia e queríamos pegar a estrada logo, mas não dava para sair dali sem vê-la enrabada com tudo a que tem direito!
Peguei um isopor com cerveja e lhe servi uma latinha. Também tomei. Maria ficou olhando.
Conversamos um pouco, meio sem jeito, tendo em vista a situação. Ele no banco de trás, ela de pé ao lado do carro e eu sentado no banco do motorista.
Exatos dez minutos depois, Maria chegou perto dele e começou a alisar suas coxas. O homem puxou-a para si e, sem tirar sua camiseta, chupou-lhe demoradamente seus seios, enquanto a apalpava o corpo inteiro. Agarrou-a, em seguida, e a colocou deitada no banco traseiro do carro. Levantou sua saia e, abrindo as grossas pernas da gostosa, passou a sugar sua bucetinha e lamber suas coxas, descendo até o cu.
Maria já estremecia de prazer e gemia como uma putinha que é. O sujeito mostrava que entendia de língua e a levava à loucura. Ela rebolava e gemia dizendo: - chupa, meu macho! Pode chupar que meu maridinho corno gosta de ver!
Como não poderia ser diferente, eu já descabelava o palhaço. Via minha mulherzinha vadia se entregando a outro homem a poucos centímetros de mim e delirava de tesão enquanto ela tremia de intenso prazer.
Coloquei delicadamente um preservativo na mãozinha dela e ela, pela primeira vez em muitas fodas com outros machos, segurou minha mão com força e disse: - te amo, meu corninho! Mas este macho que está me chupando é muuuuuito gostoso!
Mal disse isso, deu gritos e gemidos bem altos dizendo que gozava e queria que ele a comesse logo.
O garanhão não esperou e, assim que Maria colocou a camisinha no pau dele, subiu em cima dela e foi enfiando sua pica naquela racha que já transbordava de tesão, de tão molhadinha que estava.
O sujeito era abusado e começou a lhe dar beijos de língua. Ela aceitou e se entregou totalmente ao macho que a fodia com imenso desejo.
Maria pegou novamente minha mão, olhou para mim e disse: - amor, ele está me fodendo! Você vai deixar? Deixa, vai! Está tão gostoso esse pau dentro de mim!
A safada dizia isso e revirava os olhos de prazer, enquanto o macho socava a pica em sua xotinha sem dó.
Ofegante, beijava minha esposa com imensa fome e enfiava sua língua na boquinha gulosa dela.
Não tardou muito e Maria gozava com os gritinhos de sempre. Ao vê-la chegar ao orgasmo de novo, deu uma trégua nos beijos de língua e lhe disse: - goza, gostosa! Goza com meu caralho!
Ele estava excitadíssimo e gemia sem parar. Pude perceber que ele não demoraria muito para chegar ao clímax. Maria pedia que ele não gozasse depressa, mas não teve jeito.
Sem se conter, o homem já anunciava que iria gozar, quando vi sair da pista bem devagar e vir em nossa direção um carro de polícia. Disse para ele terminar logo que estava chegando mais gente, mas eu iria tentar retarda-los.
O comedor, inebriado de prazer, mal olhou por cima do vidro traseiro e acelerou ainda mais as bombadas e a beijava ainda mais desesperadamente, até que começou a gemer bem alto, denunciando que já esporrava na xaninha da minha ninfa!
Aí interrompi minha punheta e guardei meu pau e fui em direção a viatura. Pararam a uma distância de uns quinze metros e falaram alguma coisa entre si.
Havia três policiais dentro do carro. Dois mulatos e um meio albino. Este último era meio franzino para sua profissão, mas os outros dois eram dois verdadeiros armários. Um alto e forte e outro mediano, mas bem parrudo. Os dois mulatos saíram e já mandaram que eu colocasse as mãos na cabeça.
Enquanto um ficou ali me cuidando, o outro foi em direção ao carro e ainda conseguiu flagrar Maria deitada no banco traseiro, de pernas abertas e o comedor nu, procurando suas roupas que estavam no assoalho do carro. Olhei para trás e pude ver que o policial ordenou que os dois ficassem atrás do carro, para não serem vistos por quem passava na BR.
Reuniram nós três ali e um deles falou: - parceiro, foi como aquela senhora nos disse, estava rolando uma pouca vergonha aqui!
O outro que havia ficado na viatura policial ouviu e disse: - pessoal deixa esses depravados aí mesmo e vamos embora, nosso turno já acabou e quero descansar!
O parrudo quis saber em detalhes o que ocorria e contei-lhe sem omitir nada.
O policial então me propôs: - vejam bem, posso autuar vocês por pelo menos dois delitos, mas podemos negociar...dizendo isso olhava para as grossas coxas de Maria, que já tinha se recomposto.
Aproximando-se dela, disse: - qual o problema? Já deu para um, dá para dois agora! Ao falar isso, já tinha pego a mãozinha dela e puxando-a em sua direção, enlaçou sua cintura e beijava seu pescoço. Maria não esboçava reação e apenas olhava para mim.
Como não me manifestei, o outro policial algemou a mim e ao ex-fodedor e mandou que ficássemos a uns dez metros do carro, já entre as árvores.
De onde ficamos pude observar que o policial tirou a enorme piroca já dura para fora da calça e colocou nas mãos de minha adorada prostituta. Ela, surpreendida pela situação, simulou não estava tão disposta a trepar, a fim de apimentar a trepada e procurou deixou isso claro para o homem.
O fato irritou o policial que pegou-a pelos cabelos e forçou sua cabeça em direção à sua pica, com violência. Enquanto esfregava o pau no rosto dela, que ficou ajoelhada à sua frente, disse: - escuta vadia, é melhor ficar boazinha! Você não é nenhuma santa e sabe disso. Vai chupar meu pau quietinha, entendeu?
Maria continuou a virar o rosto em sinal de repúdio e o mulato saiu da linha. Olhou em minha direção e gritou: - primeiro tua mulher vai levar uns tapas na cara para aprender a obedecer e depois, vai levar um caralho no cu não se esquecer mais disso! Ouviu? Corno safado!
Em seguida, deu um tapa em cada lado do rosto da minha assustada mulherzinha. Indefesa e à mercê daquele bandido travestido de homem da lei.
Maria desabou em pranto e ouviu do atarracado cidadão: - vou bater mais se você não me chupar direitinho!
Ela não teve escolha e timidamente começou a passar a língua em volta da cabeçona roxa do pau à sua frente.
Ele tentava enfiar a pica na boca dela com força, o que não demorou a acontecer. Depois que conseguiu, praticamente estuprou a boquinha da minha mulher. Pegou a cabeça dela com as duas mãos e puxava em sua direção, fazendo com que ela engasgasse com aquela tora preta chegando à garganta. Quando estava para ser sufocada, o sacana soltava sua cabeça. Mal tinha tempo de tossir algumas vezes, seus lábios sofriam nova e brutal investida.
O policial albino desistiu de reclamar, reclinou o banco do carro e ficou deitado.
O outro que estava próximo do casal, passava a mão no pau por cima de sua calça e olhava para Maria, já antevendo o quanto ele se aproveitaria da fêmea ali disponível.
Saciado da vontade de humilhar a putinha, o mulato parrudo puxou-a pelos cabelos e beijando seu pescoço e orelha, lhe falou: - agora vou te mostrar quem manda aqui! Vou comer teu cuzão e enchê­-lo de porra! Putinha sem vergonha!
Sem muito cuidado, levantou sua saia, enquanto a empurrava para cima do banco traseiro do carro.
Ela já estava sem calcinha e o aproveitador deixou-a de quatro e tentava empurrar o mastro para dentro da bucetinha dela que ainda não estava lubrificada. Maria ainda pegou um preservativo em cima do console e tentou se virar para colocar no insistente pau que procurava lhe penetrar a todo custo!
O policial tomou da mão dela a embalagem, deu uma gargalhada e falou: sem camisinha, vadia! Quero que você sinta cada veia do meu pau!
Apenas deu uma cuspida na enorme e roxa glande para facilitar a entrada, empurrou a jeba dentro dela de uma vez. Coitadinha da minha esposa, deu um grito de dor com a invasão e já foi abraçada fortemente por trás. Com os dois braços ele a puxava pelos ombros com violência, como que para garantir que o cacete entraria todinho dentro dela, sem deixar um centímetro de fora!
Depois de bombar uns dez minutos na xotinha de Maria, ela já estava excitada e gemia baixinho. Quando tudo parecia que ficaria bem, o pirocudo tirou a pica da xoxota e começou a cutucar o rabinho dela.
Maria começou a se contorcer tentando evitar o inevitável. Com um dos braços, ele a abraçava para não permitir a fuga e com a outra mão, pegou o pau e tentava penetrá-la no rabo.
Maria se debatia e não facilitava nem um pouco. Ele gostou no começo, por causa da sensação de a estar subjugando à força. Mas passado o tesão inicial, ele se irritou novamente e lhe falou: - piranha, se dificultar eu comer teu cu, vai apanhar de novo!
Maria não deu ouvidos, e pagou por isso! O FDP deu-lhe um sonoro tapa no rosto e fez sinal de que daria outro. Ela irrompeu em pranto novamente e parou de se remexer. O garanhão cuspiu na enorme glande e a  empurrou, então, no anelzinho dela. Quando passou a glande, ela deu outro grito de dor e procurava ficar imóvel, enquanto ele ia enterrando aquele cacete preto em seu rabo. Aliás, para desespero (e prazer também!) dela, a intenção dele era não deixar nada de fora. Foi enfiando até chegar ao talo!
Maria, não agüentando de desconforto gritou: - seu filho de uma puta, ta doendo demais, tira isso da minha bunda!!
Ouvindo isso, o safado se excitou ainda mais e começou o movimento de vai e vem, com disposição e sem se preocupar com os gritos de dor de sua vítima. Acho que se ela ainda tinha alguma prega no rabo, acabaram-se naquele dia!
Este último grito foi alto e chamou a atenção do albino que descansava no carro. Ele desceu e foi ver de perto o que acontecia. Quando viu a cena à sua frente, abriu a boca em sinal de espanto e levou uma das mãos instintivamente ao meio das pernas, em sinal de tesão!
Já o comedor da vez era um verdadeiro animal, tal a maneira como socava aquela piroca enome e faminta no cuzinho de minha devassa esposa.
Contudo, conheço-a há mais de quinze anos e sabia que não demoraria muito e ela já estaria louca de tesão por estar sendo empalada daquele jeito. Não deu outra! Notei que ela parou de reclamar e já rebolava discretamente, enquanto o mulato metia sem dó e nem piedade.
Passados mais alguns minutos, Maria já gemia baixinho e começou a se contorcer de um jeito típico de quando chega ao orgasmo.
Pelo relógio pude cronometrar exatos 37 minutos de enrabação, quando ele parou de morder a nuca da fêmea e gritou: - rebola minha puta, porque vou gozar muito no teu rabo! Rebola, rebola bem gostoso!
O policial urrava de prazer e parecia que ia partir minha mulher ao meio tal a violência com que bombava na bunda dela, dava para ouvir de onde eu estava.
Depois que derramou seu sêmen todo dentro do traseiro de Maria. Ele continuou deitado em cima, enquanto aquele leite viscoso escapava do arrombado ânus da sodomizada.
Foi aí que o outro policial mais alto perdeu a paciência e disse: mano, tu não ta comendo tua mulher em casa não, apressa que é a minha vez agora!
Ouviu-se outro grito de dor, quando ele tirou aquela cabeçona inchada do cu da mulher.
Sem esperar muito, o fodedor da vez aproximou-se já de pau duro na mão e foi enfiando sem qualquer complacência na boca dela. Sabendo que corria o risco de apanhar novamente, Maria sugou com maestria aquela pica comprida e grossa, enquanto usava lenços de papel para secar seu rabinho de onde escorria o caldo sexual do macho que a enrabou.
Já não sentia tanto tesão, mas notei que ela procurava se motivar e aproveitar a situação!
Depois de muito estocar na boquinha dela, o mulato a colocou de quatro e, colocando a camisinha, comeu-lhe a bucetinha com gosto. Depois de alguns minutos, sentou-se e a colocou sentada em seu pau, de frente para ele. Nessa posição ele acariciava e sugava seus seios com vontade. Ajudando com as mãos, forçava que ela rebolasse e agasalhasse dentro de si o comprido cacete. Maria, apesar de cansada de tanto levar rola, entrou no clima e se esforçava para deixá-lo excitado.
O segundo comedor ficava revezando entre a xoxota e a boquinha dela. Experimentou várias posições sexuais e não falou absolutamente nada enquanto a fodia.
Quando, enfim, ejaculou, tirou antes o preservativo e deixou que os jatos dessem um banho nela. Largou-a  deitada no banco do carro, toda descabelada e melada de porra dos pés à cabeça, pensávamos, então, que iriam nos soltar. Ledo engado.
O terceiro policial, aquele albino que, aparentemente, não pretendia desfrutar de Maria, mudou de opinião quando observou o seu lindo rabo, seus seios bem feitos e suas coxas bem torneadas. Foi em direção ao carro, já abrindo o zíper da calca.
Encontrou-a meio desfalecida de tanto dar. Deitada no banco traseiro, sem camiseta e com saia jeans toda lambuzada de porra, na altura do umbigo. Falou baixinho para ela: - olha dona, eu nem estava pensando em sacanagem, mas a senhora é gostosa demais. Também vou querer um pouquinho!
Fez com que ela se sentasse e ficou ao lado dela. Passou as mãos delicadamente sua cabeça e a trouxe em direção ao seu pau que já estava duríssimo e apontava para cima.

Pelo menos a pica deste último não era tão grossa como a primeira e tão comprida como a do segundo.
Já com os dentes cheios de pentelhos dos outros comedores, Maria iniciou outra chupada. Ele passava as mãos em seus cabelos e em suas costas suavemente, mas quando ficou mais excitado, subitamente e com as duas mãos empurrou com força a cabeça dela para baixo fazendo com seu pau chegasse à garganta de minha cara-metade depravada. Ficou segurando um tempo e só soltou quando ela começou a se debater de desespero. O sacana permaneceu nessa brincadeira erótica de asfixiá-la vários minutos e quando se cansou, pediu que ficasse de quatro para ele terminar.
Obedientemente, a vítima deitou-se de bruços no banco e empinou a bunda toda avermelhada dos tapas, chupões, mordidas e intensa fudelança a que foi submetida.
Apenas colocou a camisinha, o policial foi empurrando sua piroca no cuzinho esfolado dela. Mas sem opções como estava, relaxou o máximo que pôde e se remexia sensualmente para apressá-lo a chegar ao orgasmo.
O sujeito, apesar de franzino, tinha um vigor fora do comum, pois ficou montado em cima dela por mais de meia hora, só comendo seu rabo. Como já tinha assistido as fodas anteriores, já estava em ponto de bala e não tardou a ejacular em seu rabinho arrombado.
Satisfeitos os três nos liberaram e foram embora. O rapaz que a havia comido também seguiu seu caminho. Ficamos ali um tempo, refazendo-nos do acontecido. Fiquei cheio de tesão, mas assim como de outras vezes em que ela foi fodida por vários homens, preferi deixá-la descansar para depois dar uma boa trepada com minha vadiazinha.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Putaria na obra


Antes de qualquer coisa, gostaria  de me desculpar com nossos leitores no tocante à qualidade das fotos.
Há certo tempo já queria me justificar por isso. Ocorre que, normalmente, quando fotografo minha dadivosa esposa em ação, estou com o celular em uma mão e com a outra estou me masturbando!
Paciência, vida de marido corno e voyeur é assim mesmo!
Depois desta singela escusa, vamos ao nosso relato:
Certa vez ouvi dizer que a melhor maneira de uma mulher saber se é desejada é se exibir defronte a uma obra em andamento, cheia de homens, comendo uma banana. Se ninguém assobiar, ela precisa urgentemente de uma recauchutagem, de se cuidar um pouco...
Maria nunca precisou de um artifício desses, mas de vez em quando faz isso só para excitar os pobres coitados que ficam babando quando a vêem passar de minissaia curtíssima e um decote que pode até provocar acidentes de trabalho!
Resolvemos, então, saciar nossa vontade de aventura nessas condições. Conversamos a respeito e só de imaginar o quanto ela seria enrabada, fiquei tão em ponto de bala que a despi na hora e trepamos feito loucos. A possibilidade de vê-la entre peões de obra em um alojamento simples, sendo comida por um, chupando outro e ainda dando o cu para um terceiro nos excitou muito.
Decididos a realizar a fantasia, fomos à zona norte e encontramos uma construção com as características ideais. Um local onde ela pudesse circular próxima dos peões e ser bem observada. Escolhemos um sábado já no final da tarde, para termos a possibilidade de estender a sacanagem até domingo pela manhã, caso a coisa rolasse gostosa.
Havia também, ao lado da construção, um alojamento para aqueles que não se deslocavam para suas residências todo dia. Ponto importante, pois sempre haveria homens dormindo ali e ávidos por uma buceta cheirosa.
Ela se vestiu bem provocante, com uma blusa branca bem decotada quase mostrando os bicos dos seios e uma saia preta bem curta e apertada. Saltos altos completavam o visual sedutor. Como de costume, nessas ocasiões usa o melhor de seus perfumes.
Rebolando e caminhando lentamente, feito uma dessas gostosas putas que se oferecem nas ruas, Maria desfilou pela calçada, fazendo com que aqueles que ainda estavam na obra parassem suas atividades e a admirassem.
Como havíamos combinado, ela deu a desculpa de que precisava de profissionais para uns reparos em nossa casa e queria algumas indicações. Dizia que podia esperar o término do horário de trabalho para conversar com os interessados e que aguardaria por ali mesmo.
Um dos trabalhadores que a ouviu, de nome Ananias, sugeriu que ela esperasse em um refeitório ao lado do alojamento, onde havia cadeiras para se acomodar. Quando digo que ele a ouviu é porque não sei se o homem prestou atenção nas palavras da popozuda, já que seus olhos não saíam dos peitos da vistosa senhora. Outros dois que não tiravam os olhos da deliciosa bunda também se aproximaram e ficaram ouvindo a conversa.
Observamos um dos alojamentos pela janela e não era muito espaçoso. Cabiam ali quatro beliches de madeira e duas mesas, uma com uma TV e outra pequena com quatro cadeiras, onde estavam um baralho, um jogo de dominó e algumas revistas eróticas..
Lá estava outra vez a isca bunduda prestes a ser devorada por aqueles homens rudes e sedentos de sexo.
Fomos os dois juntos e ela sentou-se de frente para o alojamento, enquanto os últimos trabalhadores já abandonavam o local.
Ficaram apenas nós dois, Ananias, alguém que estava no alojamento, dois que terminavam de guardar as ferramentas e o vigilante, um negão forte e mal encarado.
A abusada sentou-se com as pernas entreabertas, de modo que sua calcinha preta podia ser vista.
À distância de uns cinco metros estavam as janelas do dormitório deles. Em uma delas notei que alguém a observava. Disse a ela que estava sendo espiada e Maria abriu um pouco mais as pernas. Safada essa minha mulherzinha!
Com certeza o sujeito se masturbou bastante ali, pois alguém tentou entrar no alojamento e passou por nós reclamando que estava trancado.
Seu Ananias, o homem com quem ela havia falado, banhou-se e veio conversar conosco. Cheirando a desodorante barato, ficou meio desapontado quando me viu acompanhando aquele pedação de mulher com jeito de que queria dar para qualquer um ali.
Mal tinha chegado, aproximaram-se aqueles dois homens que escutaram a conversa entre ela e Ananias, dizendo serem serventes de pedreiro.
Começamos a conversar sobre os supostos reparos em um imóvel de nossa propriedade e Maria, estrategicamente, pediu que se sentassem à sua frente, para facilitar que desfrutassem da deliciosa visão do paraíso entre suas pernas.
Enquanto conversávamos notei que o punheteiro de minutos atrás também saiu do alojamento e, com o pretexto de beber um pouco de água no refeitório, ficou ali perto de nós tentando ouvir a conversa, sempre procurando um ângulo melhor para apreciar as belas pernas de minha bunduda.
Como queríamos partir logo para a ação, Maria reclamou do calor do local onde estávamos e perguntou se no alojamento deles havia ar condicionado, caso em que gostaria de ali tratar do assunto.
Respondendo positivamente, Ananias propôs que fossem para lá. Ao se levantar, ela ficou entre os dois serventes de pedreiro, colocou as mãos no ombro de cada um deles, acariciando-os delicadamente e com voz de gatinha manhosa lhes disse:
- Olhem queridos, enquanto eu acerto alguns detalhes com o pedreiro, vocês poderiam aproveitar o tempo e se banharem, depois me procurem lá dentro, certo?
Um deles respondeu: - vamos dar uma saída e voltamos mais tarde, se a senhora ainda estiver por aqui, conversamos, tá?
Mal acabou de falar, pegou o pedreiro pela mão e o puxou para dentro do dormitório, deixando os dois excitados trabalhadores mirando-a pelas costas, admirando a bela bunda que se afastava, rebolando.
O punheteiro ficou por ali mesmo, sem entender direito o que acontecia.
Acompanhei-os e sentei-me à mesa. Minha doce popozuda sentou ao lado do homem e já foi colocando uma das mãos sobre a coxa dele.
Durante a negociação, aproveitava cada gesto para reforçar suas idéias alisando a perna do homem, subindo do joelho até perto da virilha, até encontrar algo quente e duro que lhe provocou um sorriso de satisfação: o cidadão já estava no ponto.
Nesse momento, ainda com a mãozinha pousada sobre o membro enrijecido do trabalhor, ela lhe falou baixinho: Seu Ananias, o que eu posso fazer para o senhor nos dar um desconto?
Sem aguardar a resposta dele, emendou: estou meio cansada e quero dar um coxilo, Seu Ananias. Posso me deitar em uma dessas camas? Dizendo isso, Maria com a cara mais sacana do mundo, ajeitou o sutiã, deixando que os bicos dos seios aparecessem rapidamente e cobrindo-os em seguida. O homem apenas abriu a boca, quase babando.
O pedreiro dava a impressão de não estar prestando atenção em nada do que ela falava. Apenas suspirava quando os dedos da fêmea no cio tocavam seu pau já bem duro. Meio sem jeito, ele me olhava sem saber o que fazer.
Ela largou a pica do homem e foi se deitar de bruços em um dos beliches. 
 Ele comentou que precisava olhar o trabalho a ser feito antes de acertar o preço.
Para acelerar as coisas e encorajá-lo, disse-lhe que iria ao carro para buscar umas fotos do apartamento para ele ter uma idéia do que tinha a ser feito e que ele ficasse à vontade com minha mulher.
Ao sair lhe falei: - minha mulher é boa para conseguir abatimento no preço, espero que com o Sr. não seja diferente. Ainda dei uma piscada de olhos para ele e, ao ver minha atitude e ouvir o que eu disse, ele deu um largo sorriso de contentamento.
Mal saí do recinto, olhei por uma fresta da janela e já o vi se aproximando do beliche, ajoelhando-se ao lado dela e pousando uma das mãos sobre a torneada coxa à sua frente.
- Então a senhora quer um desconto no meu serviço? Atacou o candidato a comedor, todo confiante.
Com ar de interesse, Maria, ainda deitada de com a bunda para cima, respondeu: - Seu Ananias, não estamos com muito dinheiro e por isso precisamos negociar o preço de seu serviço. Talvez o Sr. se interesse por comer e dormir lá em casa durante os dias que estiver trabalhando. Ao dizer isso, Maria já desesperada para levar logo a rola do homem, segurou e apertou a piroca com força.
Já com certeza de que ela queria dar para ele, Ananias encostou seu nariz no pescoço perfumado dela e lhe falou: a senhora está me deixando louco de tesão desde que chegou aqui, mas o seu marido não vai demorar, quando eu posso te encontrar?
Minha cara metade, que à essa altura dos fatos, já deveria estar toda molhadinha, ronronou no ouvido dele: - ele gosta de me ver trepando com outro homem, olhe ali na janela!
Assustado, o macho me viu olhando pela janela. Nisso, fiz um sinal de “positivo”com o dedo polegar, para que ele não broxasse!
Toda esta sacanagem rolava e eu olhando, quando o rapaz da bronha também chegou na outra janela e curioso, deu uma espiada. Não acreditando no que via, olhou para mim de boca aberta.
Sorri para ele e lhe falei: - ela gosta de outros machos, o que eu posso fazer?
Ao passar por ele em direção à porta do alojamento, notei que o homem já esfregava o pau com uma das mãos e olhava atentamente para o interior do cômodo. Meio sem querer se afastar da sessão grátis de sexo explícito, ele correu até o portão da obra e o fechou apressadamente.
Essa movimentação chamou a atenção do vigia que ficou nos observando de longe.
Entrei no dormitório silenciosamente, deixando entretanto que Ananias notasse minha presença.
Quando me acomodei em um beliche, pude ver Maria, que segurava o pau do homem ter sua saia levantada e as ancas lentamente apalpadas
Ananias nem ligava mais para mim. Começou a beijar as pantorrilhas da fêmea, subindo pelas coxas até chegar ao bumbum.
Levantou a saia e passou a lamber e chupar as deliciosas nádegas da diva ali à sua disposição. De vez em quando dava uma mordidela em uma das bandas e suspirava fundo.
A essa altura dos acontecimentos, eu já havia aberto o zíper da calça e me preparava para mais uma punheta de corno manso!
Seu Ananias lambia as coxas de Maria e quando chegava nas nádegas ela se levantava um pouquinho e se esfregava no rosto dele, deixando o homem maluquinho de tesão.
Ao mesmo tempo em que chupava, lambia e mordia as coxas e a bunda de minha deusa rabuda, ele se despia rapidamente. Foi tirando a calcinha dela com pressa e se apressou por meter a boca na rachinha dela, sugando barulhentamente, como criança que chupa um sorvete delicioso!
Maria gemia de tesão com as pernas abertas. A língua e os dedos habilidosos do pedreiro a faziam ver estrelas.
Nu como veio ao mundo, Seu Ananias subiu no beliche continuando o oral nela, mas encostando a pica e o saco no rosto de Maria, deixando claro que queria um 69.
Ela não se fez de rogada e abocanhou o pinto recém-lavado e deu-lhe aquele tratamento especial. Como ele estava por cima, seu peso ajudou a enterrar ainda mais o caralho na garganta dela que quase se sufocava com aquilo tudo na boca!
Maria já estava com o preservativo na mão e, assim que terminaram as preliminares, colocou delicadamente na pica do seu macho da vez. Deitou-se com as pernas abertas e foi invadida rapidamente por aquele homem que ainda não acreditava que comia um mulherão daqueles.
Ele lhe dava fortes chupões no pescoço e enfiava a língua nas suas orelhas sem parar, tentando excitá-la ainda mais. Se ele soubesse que só de ver uma pica grande, ela já fica molhadinha, ele não teria tanta preocupação.
Maria, que quando está a fim de dar, normalmente tem orgasmos múltiplos, gozou umas três vezes antes de seu Ananias, anunciar  que ejaculava nela.
Depois que deixou a buceta da minha diva satisfeita, Ananias saiu do alojamento, dizendo que buscaria água e alguma coisa para comermos.
Minha putinha levantou-se, com ar de realizada no rosto, e foi ao sanitário. Depois de se lavar, retornou e sentou-se ao meu lado. Perguntei se ela já estava satisfeita e, dando-me um beijo com cheiro de porra, me disse que esperaria a água que o pedreiro ficou de trazer.
Fui, então, ao banheiro e ainda estava urinando quando escutei a porta se abrir. Pensei que fosse apenas o vento e não dei importância.

 Porém, ao voltar ao alojamento, deparei-me com o vigilante com o pau para fora e pedindo para que minha amada o chupasse. Na verdade, não pedia, pois puxava seus cabelos forçando a pica na boquinha dela.
Como toda piranha obediente, ela não reclamou e socou todo o caralho na boca. Sugava-o como se fosse o último da face da terra, tal era a fome de pica que ela demostrava.
Acredito  que o vigia nunca tinha conhecido uma chupadora  com tanta habilidade porque até dispensou o prato principal.
Apenas segurou  a cabeça dela e fodeu sua boquinha com enorme desejo. Quando sentiu que gozava, fez com que ela encostasse a cabeça na parede e empurrou até as bolas na boca dela, forçando a engolir toda a porra que despejou em sua goela!
Limpou-se, ajeitou o uniforme apressadamente e saiu tão rápido quanto apareceu.
Assim que ele fechou a porta, aquele punheteiro que havia ficado na janela espiando, entrou no alojamento e sem mais nem menos, disse que era servente também e queria fazer o serviço lá em casa. Dizendo isso, foi abaixando as calças e aproximando o pau da boca de minha mulher.
Ela me olhou meio sem saber o que fazer e eu lhe disse: - É, querida, você acaba de conseguir mais mão de obra! Ainda precisa ou vai dispensar?
Eu ainda não havia terminado de falar, quando o macho encostou a pica no rosto dela e começou a se esfregar. Maria já tinha dado bastante, mas naquele momento, baixou uma puta nela que a fez segurar a piroca do sujeito e começar a punhetear lentamente.
O homem se apoiava no beliche de cima e fazia movimentos de vai e vém ajudando minha amada a tocar-lhe a bronha.
Não se contendo, ele disse: - bota na boquinha, meu amor!
Maria, que já estava mudando de feições, aparentando que voltava a entrar no cio, sorriu para ele e começou a lamber o pau duro de cima a baixo. Parava nas bolas, chupava uma e outra, subia novamente até a glande e botava tudo na boca.
Depois de alguns minutos, cada vez mais excitado, o cidadão confessou: - eu gosto mesmo é de comer uma bunda! Dá para mim, dá?
Maria e eu nos olhamos e ela sacou uma camisinha da bolsa e com a boca, colocou na rola do macho.
Virou-se para ele, obedientemente, e ficou de quatro.
Ele nem esperou ela se virar totalmente e já tentava socar o pau no cu da minha mulher.
Excitada com a situação e com a pressa do homem em comer seu cu, Maria soltou um grito de prazer quando sua rosca foi penetrada. Esticou sua mãozinha e segurou o caralho dele e disse: - deixa na portinha, assim! Não mete  tudo agora, que eu gozo logo, logo! Ahhhhhhhhhhhh...
O sujeito não se continha e tentava a todo custo enfiar o resto no delicioso rabo que se remexia à sua frente, mas Maria segurava com a mão e não deixava que ele enterrasse nela. Além disso, trancava as pregas em torno da pica do cara, dificultando ainda mais.
Ficou assim, até que se arrepiou todinha, tirou a mão da pica do sujeito e gemeu sem parar, deixando claro que gozava.
Quando ela relaxou a guarda, o comedor empurrou tudo de uma vez e bombou sem parar para recuperar o tempo perdido.
Como ele já tinha se masturbado duas vezes desde o começo da sacanagem no alojamento, eu já imaginava que ele fosse demorar para gozar. Mas, ledo engano, o sujeito não demorou nem dez minutos de tão excitado que estava e chegou ao êxtase. Chamando-a de puta safada e cuzuda, ele só a largou quando seu pau amoleceu totalmente  dentro do reto dela.
Maria levantou-se e foi ao banheiro novamente. Antes que ela terminasse, ele saiu apressadamente, dizendo que Ananias era seu supervisor e não queria que ele o encontrasse ali naquelas condições. Aí entendi o porque da sua pressa em terminar o serviço.
Seu Ananias retornou minutos depois e, além do lanche, entregou a ela uma camisola branca, curta e surrada e lhe disse:
- Dona Maria, temos muito que conversar e gostaria que a Sra. dormisse comigo aqui esta noite. Esta camisola é da cozinheira da obra que dorme no alojamento ao lado, nos dias de semana, pode usar!
Surpresa, minha safadinha deu um sorriso e acenou afirmativamente com a cabeça.
Depois de lancharmos, conversamos um pouco algumas banalidades e fomos assistir o noticiário na TV.
Em seguida começamos a assistir um filme.
Maria já usava a camisola que lhe foi ofertada e estávamos os três sentados nas cadeiras. Ela ao meio.
A película já ia adiantada quando, notei que ele alisava as coxas da minha esposa, sem parar.
Faltava pouco para o final do filme quando ele pegou sua mão e colocou sobre seu pau que, à essa altura, parecia um poste de tão ereto que estava.
Minha ninfomaníaca não apenas alisou, mas abriu o zíper do cidadão e apertou o grosso caralho com vontade. Descia com a mão até o saco peludo e voltava até a glande repetidamente.
O macho, de olhos fechados, e sussurando alguma coisa que não entendi, passou a mão na nuca dela e foi empurrando a cabeça dela em direção do enorme cacete em pé.
Minha generosa amada lambeu demoradamente a cabeça do pau de Ananias, arrancando suspiros e gemidos.
Não satisfeito com as lambidelas, ele forçou vigorosamente  a nuca dela para sua virilha, fazendo com que a pica fosse impiedosamente socada garganta adentro.
Ela ficou naquela chupação um bom tempo, até que ele a puxou para o beliche mais próximo. Ela mal se sentou e ele, segurando os cabelos dela com força, fodia sua boquinha de veludo e dizia:
- Chupa gostoso, Dona Maria! Chupa seu macho!
Depois de encher a boca dela de pentelhos e se satisfazer com o boquete espetacular, levantou a camisola e foi apalpando seus seios. Maria tentava colocar a camisinha nele, pois sabia que a pica não demoraria a invadir sua xoxota.
Ofegantemente, Ananias chupava seus seios e subia até o pescoço. Arriscou-se a lhe dar um beijo de língua e foi correspondido, o que o excitou ainda mais.
Já em transe de tanto tesão, arrancou a calcinha dela e foi metendo o ferro sem muita demora.
Maria, molhadinha, foi penetrada rapidamente e, seguidas vezes, o macho bombou em sua bucetinha macia e depilada. Foi acelerando, acelerando, naquele ardente  papai-e-mamãe, até que o velho beliche começou a ranger como se fosse quebrar.
A piroca entrava e saía sem dó, em movimentos ritmados e firmes. Sem parar de beijá-la, Ananias estava visivelmente fora de si. Ignorava-me completamente e de vez em quando, entre chupões no pescoço e na orelha, falava para a fêmea que cobria:
- vadia gostosa, sente meu pau todinho dentro de você!
Maria revirava os olhos e já gozava, quando ele tirou a pica de sua xoxota, arrancou o preservativo e lhe disse: - quero gozar na sua boquinha, chupa tudo e engole, minha puta!
Sem esperar resposta, enfiou o pau na boca dela e segurou sua cabeça com ambas as mãos, não deixando espaço para fuga. Maria sentiu os primeiros jatos no fundo da garganta e engoliu tudinho seu leitinho quente.
Satisfeito, o macho deitou-se no beliche, ficando só de cuecas e dizendo:
- Dona Maria, daqui a pouco vou querer mais. Deita aqui juntinho.
Minha gulosa senhora me olhou lascivamente e foi ao sanitário escovar os dentes.
Eu já tinha me acabado em outra punheta e assistia a outro filme, quando ela voltou e se deitou ao lado do homem que a abraçou pelas costas imediatamente.
Ficamos assim por um tempo, sem nada falar e com a TV ligada. A madrugada já tinha chegado, quando seu Ananias começou a esfregar a pica na bunda de Maria.
Colocou suas calejadas mãos por dentro do seu vestido e segurou os dois melões, que ficaram intumescidos na hora. Beijando e chupando suas costas e nuca, ele foi procurando a boca dela até enfiar sua língua úmida e faminta.
Seu grosso caralho, espremido contra as bandas do traseiro de minha diva, latejava e parecia ter vida própria.
Com um dos dedos, o comedor massageou o cuzinho dela e, sentindo a receptividade demonstrada pelos gemidos, enfiou um e depois mais outro dedo no reto da cadela ali à sua disposição.
Dando uma cuspida na cabeça do caralho e outra nas pregas de Maria, encostou a tora no rabo dela.
Maria escapando dos intensos beijos de língua do tarado, falou baixinho: deixa na portinha agora, não mete tudo de uma vez! É assim que eu gozo pelo rabinho!
Ananias sorriu e percebeu que era senhor absoluto da situação e que a fêmea ali era toda sua. Continuou pincelando a glande nas pregas, até que enfiou só a cabeça. Nisso, Maria trancou o cu, deixando somente a cabeçona do cacete para dentro. Afastou-se o suficiente para o pau sair e pediu: - põe de novo que tá muito bom!!!!
O macho quase que babava de tanto prazer e obedeceu prontamente, colocando apenas a ponta do instrumento pulsante dentro do ânus fofo de Maria.
Ficaram nesses movimentos algum tempo, até que ela deu um grito de prazer e estremeceu toda. Gozava novamente e arrepiada e entre  convulsões, passou a rebolar na pica do homem, facilitando que todo o resto a rasgasse totalmente. Ficou de quatro e empurrava a bunda em cima do pau do fodedor, fazendo com que fosse enrabada até suas nádegas tocarem a virilha dele.
Completamente empalada e fora de si de tesão, a vadia segurou na cabeceira do beliche para ter mais firmeza e forçou ainda mais seu rabo contra o pau do sortudo!
Ananias e Maria balbuciavam palavras ininteligíveis, totalmente absortos naqueles momentos de intenso prazer.
Gozaram juntos em uma ritmada sessão de sodomia. O pau de Ananias, atolado até as bolas no cu da minha esposa, demorou a amolecer de tão inebriado de volúpia que estava o pedreiro. Deitaram-se de lado por alguns minutos, até que ele adormeceu, exausto depois de todo o esforço da foda, sem contar o trabalho duro do dia.
Um filete de sêmem escorreu do traseiro quando ela se levantou para mais um banho.
Ela retornou momentos depois e deitou-se ao meu lado e adormecemos.
Por volta de sete da manhã, acordei com um barulho na porta e vi que os dois serventes estavam chegando. Entraram, notaram que Ananias dormia nu e que havia várias camisinhas pelo chão.
Maria também acordou e foi escovar os dentes. Ao voltar, com a surrada camisola, curvou-se em um dos beliches para esticar os lençóis, para irmos embora.
Quando fez isso, seu delicioso rabo ficou à mostra, deixando sua calcinha preta à vista. Os dois homens não deixaram de perceber e ficaram excitados na hora..
Um deles aproximou-se dela e a puxou pela cintura, dizendo:
- Não precisa arrumar nada, dona! Agora é a nossa vez de tratar o serviço. Disse o negão. Os dois serventes a cobiçavam e o branco riu com cara de sacana e, descendo as calças, falou:
- É...vamos tratar o serviço, meu pau vai acertar tudinho com a senhora!
Estavam bem desinibidos porque perceberam que Maria era o tipo de mulher que queria dar por gostar, simplesmente isso. Com relação a mim, nem se preocuparam, pois viram que tenho tesão em ser corno.
Os dois serventes sentaram-se na cama ao lado dela. Enquanto um encostou sua pica na boca dela o outro separou suas pernas e foi empurrando o pau na xota dela sem muita paciência.
Sem pensar duas vezes, tirei o pinto para fora da cueca e comeceu outra bronha, vendo o que mais gosto de presenciar, minha piranha sendo fodida por mais de uma macho!
Maria, gulosa como sempre e verdadeira amante de chupar uma piroca, rapidamente abocanhou a rola preta e dura até sua boca encostar na virilha do macho. Excitado com o sexo oral, o negão bem dotado fazia movimentos pélvicos firmes fodendo a garganta da minha mulherzinha.
Rindo, sarcasticamente, ele segurou seus cabelos e lhe disse:
- Olha para mim, vadiazinha! Olha! Hoje a senhora vai engolir muita porra, sabia?
O outro comedor, já com o pau todo atolado na buceta de Maria, nada falava. Apenas arfava feito um bicho e socava, faminto, a manjuba branca nela.
Passados alguns minutos, trocaram de posição e continuaram a fudelança.
Só faltaram virá-la do avesso, de tanto que a fuderam Com o vigor e a tara própria de homens jovens e extremamente viris, meteram suas picas nela sem dó e nem piedade.
A beliche rangia feito um carro de boi, reclamando de todo aquele peso. O mais claro da dupla, o que a fodia na xoxota no momento, virou-a de quatro e anunciou: - agora eu quero sua bundinha, madame!
Maria preparou-se para a entrada  pela porta dos fundos e suspirou quando a cabeça do pau do sujeito violou suas pregas.
O outro servente descontrolou-se quando viu a sodomia e, rapidamente, retirou a camisinha e gozou na boca de Maria, dizendo: - engole tudinho! Não desperdice minha porra, mulher!
Vendo a cara da gostosa toda melada de sêmen do amigo, o enrabador também gozou, fazendo que Maria também entrasse em frenesi e gozasse também. Acelerei minha bronha e ejaculei também, manchando a parede de madeira do alojamento.
Limparam-se e deitaram-se sem nada falar, apenas olhavam para ela abandonada ali no colchão com a cara meio suja de porra.
Peguei minha mulherzinha arrombada pelas mãos e a levei ao chuveiro outra vez! Eu mesmo a lavei, com certa pressa, pois tinha receio que o negão vigilante aparecesse e quisesse comê-la dessa vez.
Resultado: ficamos com um bom crédito para uma reforma. Afinal tínhamos direito a um substancial desconto, considerando que ela havia dado um bom adiantamento naquele dia!